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Desde seu aparecimento, a política de reserva de vagas na educação superior tem suscitado críticas. Uma delas, conhecida como a hipótese da incompatibilidade, argumenta que os estudantes cotistas, possivelmente menos qualificados, enfrentam desafios adicionais para acompanhar os cursos, o que resultaria em maiores taxas de evasão e menores índices de conclusão. Para examinar essa hipótese em um contexto abrangente, conduziu-se uma análise para toda a rede federal de ensino superior. Compararam-se as probabilidades de desligamento e conclusão de alunos cotistas e não cotistas, mediante um modelo logístico multinomial. Além disso, estimaram-se os tempos levados para a conclusão do curso por meio do modelo de sobrevivência de Cox. Não foi encontrado apoio para a hipótese da incompatibilidade.

Leia o artigo de Danilo Braun Santos e outros em https://www.scielo.br/j/aval/a/dgBsq5fgJcZBcGqsqc3kMTM/?format=pdf&lang=pt

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