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Estudo qualitativo que analisa avanços e desafios na implementação da Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências, sob o olhar de 63 implementadores das regiões do Brasil. Discutem-se aspectos de institucionalização das políticas públicas complexas que exigem articulação interorganizacional. Os resultados mostram que a Atenção Primária é o nível que mais desenvolveu as diretrizes da Política, e o setor de Reabilitação é o menos engajado. Da coordenação nacional destacam-se: processos de formação, formalização dos compromissos em todos os níveis, mecanismos de decisão e negociação, assessoria permanente, criação de núcleos de prevenção, fortalecimento dos sistemas de informação e subsídios financeiros. Das coordenações locais ressaltam-se: atores dos núcleos de prevenção e de vigilância em saúde, capacidade de liderança, de promoção da formação e integração com outras áreas, realização de diagnósticos locais e eleição de prioridades, de trabalho em rede, de criação de mecanismos de rotinização de procedimentos. São tratados também os entraves à implementação da PNRMAV que hoje pode ser vista como um copo meio cheio e meio vazio. Porém, há no país capacidade suficiente para que ela se institucionalize.

Leia o artigo de Maria Cecília de Souza Minayo e outros em https://www.scielo.br/j/csc/a/dj8fGT7pmZJXMRPdpHbWGwg/?format=pdf&lang=pt

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