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Processos de retrocesso democrático e desmonte radical de políticas são cada vez mais comuns ao redor do mundo. No Brasil, o fenômeno se intensificou na última década, gerando respostas por parte de atores dentro e fora do Estado para tentar conter retrocessos e preservar políticas, instituições e métodos de governar. Este artigo traz um estudo empírico-analítico exploratório das práticas de mobilização de comunidades de políticas para responder e resistir ao desmonte de políticas federais, sobretudo na agenda social, em dois momentos: a fase do desmonte, durante a presidência de Jair Bolsonaro (2019-2022), e da reconstrução, nos primeiros anos da presidência de Lula da Silva (2023-2024). Tal mapeamento evidencia a incorporação criativa de repertórios de contestação da sociedade civil no ativismo burocrático, a adaptação de práticas de ativismo institucional e o uso de recursos (materiais, políticos e simbólicos) para além das fronteiras nacionais por parte de distintas comunidades de políticas em contextos suis generis de desmonte e reconstrução.

Leia o artigo de Laura Trajber Waisbich em https://www.scielo.br/j/ln/a/yyDmDrzPbzTD8f7gN8rmPFt/?format=pdf&lang=pt

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