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Na educação básica, a gestão escolar se apresenta majoritariamente feminina, porém há poucos estudos que problematizam as dinâmicas de gênero que atravessam essa função. Portanto, o presente artigo busca analisar as dinâmicas de gênero e de poder na gestão escolar da rede estadual de ensino de Santa Catarina. Para este estudo foram analisadas duas categorias: i) a representatividade das mulheres na gestão. ii) os desafios de estar na direção escolar como mulher. Os resultados mostram que a gestão na educação básica, mais que um lugar de poder, é parte do exercício da função docente, que é expressivamente feminina. Contudo, pelo fato de as mulheres estarem em um lugar de liderança identifica-se a presença de dinâmicas de gênero e de poder que reproduzem as desigualdades sociais entre mulheres e homens. Isto é, elas ainda estão ausentes de instâncias de maior poder de decisão do sistema educativo e quando estão na gestão das escolas enfrentam o desafio da comunicação violenta e a inexistência da justa distribuição do trabalho reprodutivo em seus lares. Leia o artigo de Sirnei Puntel Dal Maso e Neiva Furlin em https://www.scielo.br/j/ep/a/47mXyXCsVjQ8XjWxC7fPSff/?format=pdf&lang=pt

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