O artigo parte do pressuposto de que os circuitos espaciais produtivos apresentam dinâmicas globais, conforme assevera Milton Santos (1988), construídas pela articulação entre lugares e regiões das diferentes formações socioespaciais que constituem o atual sistema mundo. Essa dinâmica transfronteiriça se estabelece pela imposição das temporalidades hegemônicas dos agentes globais, especificamente aquelas que usam a simultaneidade instrumental para fins de acumulação capitalista. Na produção industrial, essa prática espacial das empresas se atinge, entre outros modos, pela troca de insumos produtivos entre países que detêm os mesmos ramos industriais, e aqui tratamos daqueles que constituem o complexo industrial da saúde. É por meio da análise desses fluxos de insumos produtivos e produtos acabados que se podem criar indicadores e estimar os países detentores de tais complexos.
Leia o artigo de Ricardo Mendes Antas Jr. em https://www.scielo.br/j/geo/a/HKY6z6XFWxnJgzRxV463KbJ/?format=pdf&lang=pt