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O presente ensaio tem como objetivo interpretar os processos de silêncio, silenciamento e silêncio cúmplice como fatores que contribuem para a perpetuação do racismo, das desigualdades e exclusões que ocorrem nas organizações. Por meio de referenciais teóricos sobre silêncio, silenciamento e silêncio cúmplice, pretende-se apresentar uma forma complementar de se demonstrar como os ecos de processos históricos de racismo contra pessoas negras podem ainda ser responsáveis pela estruturação de práticas nas organizações. Adicionalmente, busca-se indicar como os estudos sobre silêncio, silenciamento e silêncio cúmplice podem oferecer alternativas de práxis para administradores e acadêmicos de estudos organizacionais, visando à mudança de práticas estruturais, de modo a quebrar o ciclo de racismo estrutural nas organizações.

Leia o artigo de Mário Menezes e Luciano Mendes em https://periodicos.fgv.br/cadernosebape/article/view/89378/84491

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