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A morfologia urbana se dedica ao estudo da forma física das cidades. O campo de conhecimento engloba diversos conceitos, teorias e metodologias, dentre os quais, as cinturas periféricas. As cinturas periféricas estão intimamente ligadas ao processo de desenvolvimento urbano: em uma cidade, cada período de crescimento é seguido de uma fase sem crescimento ou de crescimento lento, na qual áreas são ocupadas com usos específicos, principalmente institucional, industrial ou espaços livres. O conceito foi inicialmente proposto na Europa Central e depois aplicado a diferentes contextos para descrever e explicar a sequência desses períodos de estagnação ou expansão. Entretanto, a aplicação do conceito no Sul global é menos frequente. O emprego do conceito de cinturas periféricas para o planejamento urbano, considerando a sua utilidade para a conservação do patrimônio ou a sua dimensão ecológica, já foi discutida. Com o estudo de caso da cidade de Salvador, Bahia, Brasil, este artigo debate uma dimensão inovadora do conceito: a sua relação com assentamentos informais e sua relevância para estudar o crescimento periférico das cidades.

Leia o artigo de Silvia Spolaor e Vítor Oliveira em https://www.scielo.br/j/urbe/a/FDZH8L4fsHZCgrz8d8MYsqm/?format=pdf&lang=en

O desempenho de alunos brasileiros em leitura, matemática e ciências teve discreta melhora, mas é considerado “estacionado” na última década e ainda distante do salto de qualidade necessário para alcançar outros países de renda média ou alta, segundo (mais…)

O avanço de 0,6% da economia brasileira no terceiro trimestre, um número acima do esperado pelo mercado, aponta para uma trajetória de recuperação da atividade econômica, mas o país ainda está longe de um crescimento sustentável. (mais…)

A economia cresceu um pouco mais do que se imaginava no terceiro trimestre. O desempenho dos estudantes brasileiros é ligeiramente melhor do que o da última avaliação em 2015. O PIB ainda está 3,6% abaixo do ponto onde estava antes de entrar na recessão. (mais…)

O artigo procura sintetizar o movimento geral da economia brasileira, e alguns fatos marcantes, desde 1930 a 2016, que alteraram parcialmente a trajetória do período. (mais…)

A Secretária Executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, disse que a desigualdade na região é estrutural, multidimensional e ineficiente, e constitui um obstáculo ao desenvolvimento porque se baseia em uma matriz produtiva altamente heterogênea e pouco diversificado e em uma cultura de privilégios. (mais…)

O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo. Essa marca tem raízes históricas ditadas pela industrialização tardia, pela curta e descontinuada experiência democrática e, especialmente, pelo longo passado escravocrata. (mais…)

O objetivo deste artigo é reunir dados em defesa da hipótese de a desigualdade imperante na sociedade brasileira se torna mais compreensível ao ser analisada como um sistema complexo configurado a partir de interações de múltiplos componentes. (mais…)

Partindo das formulações teóricas de Pierre Bourdieu sobre o Estado, este trabalho examina dados de mais de 200 carreiras civis do Poder Executivo Federal com o objetivo de compreender como se dá a distribuição de diferentes tipos de capital na burocracia brasileira. (mais…)

Este trabalho discute o conceito histórico (não o normativo) do desenvolvimento econômico, distingue-o de desenvolvimento humano, reafirma sua identificação com industrialização ou mudança estrutural ou sofisticação produtiva; argumenta que o aumento dos salários faz parte integrante do conceito de crescimento; (mais…)