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O presente artigo analisa o descompasso recorrente entre o planejamento estratégico formal e a prática da gestão pública no Brasil, diagnosticando um estado de “anestesia do trabalho”. Argumenta-se que esse fenômeno é agravado por uma visão estreita da gestão de riscos – frequentemente reduzida à agenda de integridade – e por um desequilíbrio estrutural caracterizado pela prevalência do controle em detrimento da capacidade executiva (anemia executiva). Diante desse cenário, que sufoca a inovação e substitui a aprendizagem pela cultura do erro, o artigo propõe um modelo de gestão estratégica centrado na tríade Identidade, Coerência e Vocação.

Leia o artigo de Leonardo Braga Martins em https://insightinteligencia.com.br/comece-pelo-quem-somos-identidade-coerencia-e-vocacao-na-construcao-do-valor-publico/

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