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Objetivou-se analisar as mudanças nas relações estabelecidas no ambiente de trabalho condicionadas pela implementação de técnicas de gestão que caracterizam um modelo toyotista e produziram o fenômeno do silêncio organizacional. A história de um trabalhador do sistema financeiro estrutura nosso argumento. Observações e documentos mediaram a compreensão da história individual com as relações sociais gerais. Guiados pelas categorias de singularidade, particularidade e universalidade, estabelecemos os nexos entre a situação do trabalhador, as técnicas de gestão da empresa e o movimento de reestruturação produtiva. Os resultados mostram que as várias técnicas foram meios de silenciar construídos ao longo da carreira do trabalhador, à medida que as frustrações foram acumuladas e as necessidades do processo de trabalho se alteraram. O que na vida de um gestor é frustração e silêncio, no movimento de totalização são alterações no ser gestor, marcado pelo esvaziamento das funções de planejamento e controle.

Leia o artigo de Marcos Júnior de Moura-Paula e outros em https://www.scielo.br/pdf/osoc/v27n93/pt_1984-9230-osoc-27-93-216.pdf

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