meio ambiente

Como expressão rica de sentidos e usos, o trabalho revela os sentidos da Responsabilidade Social Corporativa. O texto apresenta, sob a égide da revisão bibliográfica e do método lógico-indutivo, a sequência histórica do sentido do termo e culmina pela exposição de modelo conceitual de gestão que agrega aspectos econômicos e sociais, com respeito aos direitos humanos, e que possui o ambiente como imperativo de responsabilidade. Expõe-se a eventual emergência no passo de um documento internacional vinculante, de modo a evitar um gravitante rótulo reputacional que pode ser cunhado como blue, green ou outros washings. Apresenta-se, pois, como primeiro resultado da pesquisa, que as empresas, hoje, não cumprem sua função social apenas com geração de lucros, e que, como segundo, é necessário, para tanto, que a gestão corporativa decorra da licença social que lhe é dada para criar riquezas e buscar políticas e práticas econômicas que promovam o desenvolvimento sustentável da sociedade. A título de conclusão, destaca-se que os conceitos atribuídos à Responsabilidade Social Corporativa são incompletos em razão da variação de sentido da expressão ao longo do tempo e porque os seus parâmetros ainda são apenas éticos, porquanto carecedores de outros, jurídicos, a serem cumpridos pelas empresas.

Leia o artigo de Luiz Gustavo Gonçalves Ribeiro e José Adércio Leite Sampaio em https://www.scielo.br/j/vd/a/HPcGwjyZqwrsdrBpjVXYkbh/?format=pdf&lang=pt

Em sua Teoria das Necessidades, Maslow argumenta que no estágio de autorrealização o indivíduo teria valores B mais desenvolvidos, o que envolveria, entre outras características, a tendência a se dedicar principalmente a causas de interesse coletivo em detrimento de interesses individuais. Seria também na fase de autorrealização que o meio ambiente teria um valor intrínseco, aspecto importante se considerarmos a necessidade de desenvolver soluções para os problemas socioambientais. Nesse sentido, a Representação Social do meio ambiente teria relação com os diferentes estágios de necessidades propostos por Maslow em sua teoria? O estágio de autorrealização poderia revelar um indivíduo com uma representação globalizante do ambiente? Para responder a essas questões, foi realizado um estudo com 134 participantes adaptando e utilizando o instrumento Teste de Perfil de Motivação Ambiental e os resultados mostraram uma correlação significativa entre o estágio de autorrealização e uma representação globalizante do Meio Ambiente.

Leia o artigo de Anna Karolina Osório Pimentel e outros em https://www.scielo.br/j/asoc/a/jpk4kr6H9sd8F4SDnzLpK5k/?format=pdf&lang=pt

A efetivação do desenvolvimento sustentável abre espaço para discussões éticas, econômicas, sociais e ambientais. Diante da significativa degeneração ambiental e dos graves problemas de exclusão social, faz-se necessário reconfigurar a relação entre o ser humano e a natureza. A partir dos estudos de Lévinas sobre a ética, a pesquisa aborda o reconhecimento do outro humano e do outro natureza como premissa para a construção de um contrato natural em que o Eu homem se reconheça como parte do meio ambiente, e não apenas seu dominador. O estudo busca demonstrar que é possível responder à necessidade de reconfiguração da relação entre indivíduo e meio ambiente. As condutas em prol do desenvolvimento sustentável não têm atendido ao reconhecimento e à consideração da biota em sua integralidade e importância. Utilizaram-se o método dedutivo crítico e a pesquisa bibliográfica. Concluiu-se que será possível atender às premissas da sustentabilidade, com o reconhecimento do meio ambiente como um Outro relevante sob a ótica da alteridade.

Leia o artigo de Lara Caxico Martins e Valter Foletto Santin em https://www.scielo.br/j/vd/a/NLKmqM5CYZbd59xPT8yk9Vs/?format=pdf&lang=pt

O rápido aumento da incidência e intensidade de eventos climáticos extremos soaram um alerta para a população, deixando claro que estamos em uma emergência climática. A COP-30 reflete a ansiedade da sociedade, com uma necessária mudança na estratégia global de eliminação da extração e uso dos combustíveis fósseis e com a implementação de políticas públicas voltadas à adaptação climática. A ciência deixa claro que com a atual trajetória de altas emissões, estamos levando o clima do planeta a um aquecimento de 3 graus Celsius em média, o que no Brasil se reflete em um aumento de temperatura de 4 a 4.5 °C. Reduções significativas na precipitação no Brasil Central, Amazônia e Nordeste são previstas, com aumento de chuvas no Rio Grande do Sul. Essas mudanças afetam a produção agropecuária brasileira, nossa geração hidroelétrica e muitos outros impactos negativos em nossa sociedade. Os ecossistemas brasileiros vão sofrer profundas mudanças e os impactos na saúde da população não podem ser negligenciados. A necessidade de repensar nosso “desenvolvimento” econômico, respeitando os limites planetários e a necessária redução das desigualdades sociais, coloca pressões sobre a COP-30.

Leia o artigo de Paulo Artaxo em https://www.scielo.br/j/ea/a/vwHzCqyLWNxtFD9j9gwjZdK/?format=pdf&lang=pt

om alta da criminalidade e da impunidade na Amazônia e falta de recursos deixados como herança por Bolsonaro, Ministério do Meio Ambiente enfrentará cenário de guerra para combater desmatamento, avaliam especialistas.

Leia o artigo de Nádia Pontes em https://www.dw.com/pt-br/os-desafios-do-novo-governo-lula-na-%C3%A1rea-ambiental/a-64223610

Não faltam dados sobre a implicação e o impacto do agronegócio nos conflitos por terra no Brasil, em crimes ambientais, na violência armada praticada contra os povos originários, em denúncias de trabalho escravo e na fome. (mais…)

Está cada vez mais presente na esfera pública local, regional e internacional a consciência de que as bases materiais da vida no planeta são finitas, estão se esgotando ou sendo contaminadas. (mais…)

O objetivo do estudo foi mensurar e comparar a cadeia produtiva do agronegócio em 64 países e o restante do mundo considerando as variáveis renda (Produto Interno Bruto – PIB) e emissões de dióxido de carbono por queima de combustíveis fósseis entre os anos de 2005 e 2015 com metodologia baseada na matriz de insumo-produto. (mais…)

Está cada vez mais presente na esfera pública local, regional e internacional a consciência de que as bases materiais da vida no planeta são finitas, estão se esgotando ou sendo contaminadas.

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O meio ambiente seguro, limpo, saudável e sustentável acaba de ser reconhecido, por resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, como um direito humano fundamental.

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