Em democracias incompletas, instáveis, o PIB per capita cresce 20% menos no longo prazo, constatou pesquisa que analisou dados de mais de 160 países de 1960 a 2018, dos economistas Fabrizio Coricelli, professor da Paris School of Economics, Marco Frigerio, da Universidade de Siena, e Nauro Campos, professor da Economics University College London. As políticas públicas perdem qualidade, a falta de alternância de poder dificulta a correção de rota, há menos saúde e educação, elementos cruciais para o crescimento de um país, e fuga de cérebros. Nauro Campos, um dos autores, afirma que em democracias frágeis há impacto na formação de capital humano. O outro ponto fundamental é a qualidade das políticas públicas:
Leia o artigo de Cássia Almeida em https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2023/01/por-que-as-democracias-frageis-crescem-menos-instabilidade-reduz-renda-e-afugenta-cerebros.ghtml