segurança pública

Este artigo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão de literatura, os avanços, limites e desafios das políticas de segurança pública no enfrentamento da violência urbana no país. A justificativa do estudo está relacionada à persistência de elevados índices de criminalidade nas cidades brasileiras e à necessidade de compreender criticamente as estratégias adotadas pelo Estado. A problemática central consiste em investigar em que medida as políticas de segurança pública têm contribuído para a redução da violência urbana e quais fatores ainda limitam sua efetividade. Trata-se de uma revisão bibliográfica baseada em estudos acadêmicos e relatórios institucionais. Os resultados indicam avanços institucionais, como a criação de sistemas integrados de segurança, porém evidenciam limitações relacionadas à fragmentação das políticas, à predominância de ações repressivas e às desigualdades sociais.

Leia o artigo de Ellen de Moraes e Silva e outros em https://revistatopicos.com.br/generate/pdf_zenodo/pub_778013655.pdf

O artigo investiga a efetividade da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS), instituída pela Lei n. 13.675/2018, e o potencial das reflexões que dela decorre a partir de uma mais precisa interpretação de seu texto. Destaca, ainda, a relevância desta interpretação para o processo de aperfeiçoamento do enfrentamento à criminalidade organizada e da própria Lei 12.850/2013. Ilustra como as estratégias de controle social do crime organizado dependem de um enfrentamento consistente dos problemas do sistema prisional e de uma mais precisa compreensão da amplitude da atuação dos próprios atores estatais, servindo o Ministério Público como campo de incidência desta nova interpretação. Após demonstrar as debilidades dos parâmetros de mensuração de metas previstas na legislação, o artigo evidencia a necessidade de reformulação dos chamados parâmetros de aferição das apurações das infrações penais e da eficiência do sistema prisional.

Leia o artigo de Alexey Choi Caruncho em https://revistasusp.mj.gov.br/susp/index.php/revistasusp/article/view/615/123

Ferramentas que tornam mais simples a extração e o tratamento de dados públicos contribuem de maneira decisiva para a produção de pesquisa de qualidade e para o desenvolvimento de políticas baseadas em evidências. Nesse contexto, apresentamos o pacote R BrazilCrime, desenvolvido por Vargette, Laltuf e Justus (2024). Trata-se de uma ferramenta simples que disponibiliza, de forma mais rápida e organizada, dados públicos do SINESP, uma plataforma de informações integradas desenvolvida e mantida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Leia o artigo de Bernardo Geraldini e outros em https://www.economia.unicamp.br/images/arquivos/artigos/TD/TD491.pdf

Uno de los pilares que sustentan los Estados compuestos es el principio de la corresponsabilidad policial en el sistema de seguridade pública. Desde una perspectiva empírica, este principio supone planteamientos descentralizados de la acción policial orientados a la eficacia, a la eficiencia y al precepto de unidad territorial de la seguridad pública. Este estudio analiza desde una perspectiva comparada la responsabilidad policial compartida en el sistema español de seguridad pública con otros modelos de Estado compuesto como Alemania y Canadá. El objetivo primordial de la comparación entre los tres modelos propuestos se fundamenta en la focalización de potenciales elementos de integración y diferenciación que permitan conocer la idiosincrasia de la acción policial corresponsable entre los distintos niveles de Gobierno.

Leia o artigo de Carlos Carmona Pérez em https://revista.clad.org/ryd/pt_BR/article/view/157/313

Ferramentas que tornam mais simples a extração e o tratamento de dados públicos contribuem de maneira decisiva para a produção de pesquisa de qualidade e para o desenvolvimento de políticas baseadas em evidências. Nesse contexto, apresentamos o pacote R BrazilCrime, desenvolvido por Vargette, Laltuf e Justus (2024). Trata-se de uma ferramenta simples que disponibiliza, de forma mais rápida e organizada, dados públicos do SINESP, uma plataforma de informações integradas desenvolvida e mantida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Leia o artigo de Bernardo Geraldini e outros em https://www.eco.unicamp.br/images/arquivos/artigos/TD/TD491.pdf

Neste artigo, analisamos as disputas em torno do controle do espaço urbano na cidade do Rio de Janeiro ao considerar a participação direta de moradores(as) e suas redes de política. Por meio do acompanhamento de reuniões comunitárias e de grupos fechados nas mídias digitais, é possível perceber em que medida as tecnologias empenhadas para a implementação de programas de segurança envolvem negociações cotidianas entre gestores, moradores(as) e agentes de segurança. Para tanto, este artigo se propõe a discutir como programas de segurança têm sido implementados em determinados territórios da cidade a partir de uma etnografia das redes sociotécnicas em atuação no programa Rio+Seguro, no bairro de Copacabana, no período de 2017-2022.

Leia o artigo de Clara Polycarpo em https://www.scielo.br/j/dilemas/a/7DRZwvMbyJ5yPfN6n3fh9Bk/?format=pdf&lang=pt

Um dos principais desafios da gestão de políticas públicas está em transformar intenções em ações. (mais…)

Este texto problematiza a incorporação das ciências policiais no Brasil. (mais…)

Entre os operadores da Segurança Pública no Rio de Janeiro, há uma visão recorrente de que o padrão de patrulhamento baseado em incursões, frequentemente associado a episódios de letalidade policial, é necessário e efetivo para redução de crimes. (mais…)

Modelos de policiamento comunitário vêm sendo disseminados em diferentes países como resposta aos altos índices de criminalidade e violência. (mais…)