segurança pública

Uno de los pilares que sustentan los Estados compuestos es el principio de la corresponsabilidad policial en el sistema de seguridade pública. Desde una perspectiva empírica, este principio supone planteamientos descentralizados de la acción policial orientados a la eficacia, a la eficiencia y al precepto de unidad territorial de la seguridad pública. Este estudio analiza desde una perspectiva comparada la responsabilidad policial compartida en el sistema español de seguridad pública con otros modelos de Estado compuesto como Alemania y Canadá. El objetivo primordial de la comparación entre los tres modelos propuestos se fundamenta en la focalización de potenciales elementos de integración y diferenciación que permitan conocer la idiosincrasia de la acción policial corresponsable entre los distintos niveles de Gobierno.

Leia o artigo de Carlos Carmona Pérez em https://revista.clad.org/ryd/pt_BR/article/view/157/313

Ferramentas que tornam mais simples a extração e o tratamento de dados públicos contribuem de maneira decisiva para a produção de pesquisa de qualidade e para o desenvolvimento de políticas baseadas em evidências. Nesse contexto, apresentamos o pacote R BrazilCrime, desenvolvido por Vargette, Laltuf e Justus (2024). Trata-se de uma ferramenta simples que disponibiliza, de forma mais rápida e organizada, dados públicos do SINESP, uma plataforma de informações integradas desenvolvida e mantida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Leia o artigo de Bernardo Geraldini e outros em https://www.eco.unicamp.br/images/arquivos/artigos/TD/TD491.pdf

Neste artigo, analisamos as disputas em torno do controle do espaço urbano na cidade do Rio de Janeiro ao considerar a participação direta de moradores(as) e suas redes de política. Por meio do acompanhamento de reuniões comunitárias e de grupos fechados nas mídias digitais, é possível perceber em que medida as tecnologias empenhadas para a implementação de programas de segurança envolvem negociações cotidianas entre gestores, moradores(as) e agentes de segurança. Para tanto, este artigo se propõe a discutir como programas de segurança têm sido implementados em determinados territórios da cidade a partir de uma etnografia das redes sociotécnicas em atuação no programa Rio+Seguro, no bairro de Copacabana, no período de 2017-2022.

Leia o artigo de Clara Polycarpo em https://www.scielo.br/j/dilemas/a/7DRZwvMbyJ5yPfN6n3fh9Bk/?format=pdf&lang=pt

Um dos principais desafios da gestão de políticas públicas está em transformar intenções em ações. (mais…)

Este texto problematiza a incorporação das ciências policiais no Brasil. (mais…)

Entre os operadores da Segurança Pública no Rio de Janeiro, há uma visão recorrente de que o padrão de patrulhamento baseado em incursões, frequentemente associado a episódios de letalidade policial, é necessário e efetivo para redução de crimes. (mais…)

Modelos de policiamento comunitário vêm sendo disseminados em diferentes países como resposta aos altos índices de criminalidade e violência. (mais…)

Pretende-se refletir sobre as mudanças recentes no cenário político e institucional do Brasil. (mais…)

O presente artigo se propõe a analisar a intervenção federal no âmbito da segurança pública no Rio de Janeiro em 2018 a partir de uma reconstrução histórica dos projetos de segurança militarizada dentro da metáfora de guerra. (mais…)

O artigo, tomando o repertório teórico da economia política da pena, parte de leitura histórico-estrutural da função do controle penal nas diferentes etapas de acumulação no capitalismo brasileiro com vistas a expor a ausência de rupturas experimentadas nas políticas criminais e de segurança pública durante os governos social-liberais do Partido dos Trabalhadores (2003-2016).

Leia o artigo de Carla Benitez Martins em https://www.scielo.br/j/rdp/a/s56fhXx6jrTnxDTLGKPLMXn/?format=pdf&lang=pt