Planejamento urbano

Os mananciais subterrâneos das cidades são excessivamente utilizados, seja como função receptora ou depuradora de efluentes, seja como fontes de abastecimento. No entanto, o quadro de incipientes experiências no gerenciamento de aquíferos urbanos é reflexo da complexidade do tipo de interação sociedade-ambiente inerente ao modelo desse sistema. Propõe-se aqui, primeiramente, ancorar conceitualmente esse objeto, e considerar a importância da inserção das suas funções no planejamento urbano. Nessa perspectiva, são reconhecidos alguns dos mecanismos que permitem o gerenciamento do aquífero urbano, possibilitando ações para conservação das águas subterrâneas sob as cidades.

Leia o artigo de Filipe da Silva Peixoto e Itabaraci Nazareno Cavalcante em https://www.scielo.br/j/ea/a/FfzWjXL8jjHMHrwSF6yfYgM/?format=pdf&lang=pt

Este estudo analisa as contradições da participação democrática no planejamento urbano brasileiro, examinando a distância entre o discurso de inclusão e as práticas que perpetuam desigualdades socioespaciais. O objetivo é investigar os limites dos processos participativos e propor alternativas para transformá-los em ferramentas de justiça social. Com método dedutivo e abordagem qualitativa, exploratória e descritiva, a pesquisa utilizou revisão bibliográfica e análise de dados secundários de estudos acadêmicos, documentos oficiais e legislações. Foram analisados casos como o Projeto Porto Maravilha, o Programa Minha Casa Minha Vida e o Orçamento Participativo de Porto Alegre. Conclui-se que a transformação exige descentralização efetiva, equidade nos processos e engajamento cívico, essenciais para garantir o direito à cidade e promover justiça social.

Leia o artigo de Jeane Aparecida Rombi de Godoy e outros em https://www.scielo.br/j/cm/a/nhmzwNrP4fFSJ9f9RrMNwVS/?format=pdf&lang=pt

A infraestrutura urbana foi construída para beneficiar as necessidades dos veículos automotores e isso é algo que se dá historicamente na formação das cidades em todo o mundo. (mais…)

The United Nations Sustainable Development Goal (UN SDG) number 13 calls for urgent action to combat climate change impacts. (mais…)

O presente trabalho trata da criação e implementação de um modelo conceitual de engajamento intersetorial, orientado ao desenvolvimento urbano sustentável no município de Guaíba no estado do Rio Grande do Sul. (mais…)

Este artigo discute os riscos hidrológicos do município de São Paulo como uma construção histórica e social resultante de um planejamento da urbanização que desconsiderou as dinâmicas hidrológicas, não previu espaço para as populações vulneráveis, privilegiou a mobilidade, a expansão e a valorização fundiária. (mais…)

A recorrência de tragédias ocasionadas por fortes chuvas, como as que já atingiram Pernambuco, Minas Gerais, Bahia e Petrópolis, na Região Serrana do Rio, neste ano, acendem o alerta para a falta de planejamento urbano, a ausência de fiscalização e a demora nas respostas, quando a crise está instalada. (mais…)

Em vista da globalização, da migração e da urbanização, o significado da cidadania muda, mesmo que seu conteúdo normativo, isto é, os direitos humanos e os deveres a ela associados, não mudem diretamente.

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Observa-se um aumento global de estudos sobre mapeamento climático atrelados ao planejamento urbano, espacializando os microclimas urbanos, para orientar ações municipais, visando ao conforto ambiental.

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Em vista da globalização, da migração e da urbanização, o significado da cidadania muda, mesmo que seu conteúdo normativo, isto é, os direitos humanos e os deveres a ela associados, não mudem diretamente.

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