Periferia

Ao longo das diferentes fases históricas do capitalismo a reprodução da situação periférica adquiriu peculiaridades, ora convergindo ora divergindo, para os níveis de desenvolvimento dos países centrais. No período de capitalismo regulado, construído sob a égide do acordo de Bretton Woods, a convergência, pelo menos em termos de crescimento e da renda per capita, foi significativa. Na fase atual da globalização financeira e produtiva esta convergência teria continuado de acordo com as interpretações do mainstream e, mais que isto, teria aberto a oportunidade para o catch up produtivo e tecnológico a partir da inserção nas cadeias globais de valor. Este texto procura examinar a validade dessa postulação, bem como realizar uma comparação entre essa nova forma de inserção periférica e aquela tradicional fundada na produção de commodities.

Leia o artigo de Ricardo de Medeiros Carneiro em https://www.eco.unicamp.br/images/arquivos/artigos/TD/TD496.pdf

O artigo objetiva compreender as dimensões socioespaciais que compõem as disputas por mercado e poder inscritos na vida cotidiana da periferia de São Paulo. A quebrada em questão é um lugar de normatividades em disputa e hegemonia compartilhada e explicita a produção do espaço como uma mercadoria política. O território é expressão concreta de regimes diversos de gestão da ordem urbana mediada por ilegalismos. A hipótese é de que a produção social do espaço ganha contornos de uma gestão privada do território mobilizada por estratégias atualizadas de mercantilização fundiária e imobiliária das periferias urbanas. Leia o artigo de Gustavo Prieto e Giovanna Milano em https://www.scielo.br/j/dilemas/a/WCrsnbZghBJJx3MF8dFf8VR/?format=pdf&lang=pt

O artigo objetiva compreender as dimensões socioespaciais que compõem as disputas por mercado e poder inscritos na vida cotidiana da periferia de São Paulo. A quebrada em questão é um lugar de normatividades em disputa e hegemonia compartilhada e explicita a produção do espaço como uma mercadoria política. O território é expressão concreta de regimes diversos de gestão da ordem urbana mediada por ilegalismos. A hipótese é de que a produção social do espaço ganha contornos de uma gestão privada do território mobilizada por estratégias atualizadas de mercantilização fundiária e imobiliária das periferias urbanas.

Leia o artigo de Gustavo Prieto e  Giovanna Milano em https://www.scielo.br/j/dilemas/a/WCrsnbZghBJJx3MF8dFf8VR/?format=pdf&lang=pt

O artigo busca resgatar o processo de transformações socioespaciais na área que corresponde à Subprefeitura de Itaquera, na cidade de São Paulo, comparando sua centralidade (distrito de Itaquera) com o Conjunto Habitacional José Bonifácio (distrito de José Bonifácio). (mais…)

Com base em uma pesquisa multimétodos em dois distritos da periferia de São Paulo, este artigo analisa o processo de mobilidade social observado no Brasil na primeira década e meia deste século. (mais…)

Este artigo apresenta investigação sobre cenários de mobilidade urbana em São João de Meriti, município metropolitano fluminense. Com a maior densidade demográfica do estado e um dos mais baixos índices de bem-estar urbano (IBEU) nacionais, a ‘cidade-dormitório’ define-se pelo movimento pendular centro-periferia de sua força de trabalho. (mais…)

Neste artigo será esboçada uma comparação do mercado varejista de drogas em favelas e bairros de periferias das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. As reflexões aqui apresentadas baseiam-se no trabalho de campo etnográfico realizado nas duas cidades, bem como na revisão de estudos sobre o tema. Ancorado em pesquisas empíricas, explora a mecânica das relações entre os mercados do “crime” e as forças da ordem, envolvida na gestão da vida e morte da população pobre. (mais…)