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A partir da formulação de Wilson Cano (1999) discute-se a questão da soberania da política econômica no contexto das economias latino-americanas.

Argumenta-se que em sua evolução histórica, a subordinação da política econômica às finanças internacionais foi o principal divisor de águas entre o  período desenvolvimentista e o período que se afirmou após os anos 1970. Estas economias recuperaram parcialmente uma maior autonomia no novo milênio, mas a abandonam sobretudo pós 2015. Argumenta-se que este abandono se deu num contexto externo bastante distinto do  que se passou nos anos 1980 e 1990, quando reversão era imposta por crises cambiais e deve ser explicado, no  caso da economia brasileira, por razões políticas internas. O conflito distributivo e a desnacionalização contribuíram para o triunfo do neoliberalismo como estratégia de acumulação.

Leia o artigo de Carlos Aguiar de Medeiros e Fernando Sarti em https://www.economia.unicamp.br/images/arquivos/artigos/ES/Especial_out_2021/01_Medeiros_e_Sarti.pdf

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