violência

O artigo objetiva apontar alguns limites quanto ao uso da noção de “necropolítica” no tocante à leitura da letalidade violenta.

Como referência para análise, proponho analisar o problema das mortes ocasionadas por intervenção policial em duas escalas: uma local, referente a um “caso” ocorrido no Morro da Providência; outra mais ampla, que diz respeito à lógica espacial das mortes ocasionadas pela polícia na metrópole carioca. Defendo a ideia de que tal problema possui particularidades no Rio de Janeiro, não sendo possível universalizar os significados da morte quando pensamos na chave específica das ações letais praticadas pelo Estado.

Leia o artigo de Eduardo de Oliveira Rodrigues em https://www.scielo.br/j/dilemas/a/NDBSCWrzpTmsHxjpK8MTdsy/abstract/?lang=pt#

This article focuses on the effect of urbanization on violent crime – particularly homicide in Costa Rica. Although violence is a major problem throughout Latin America, few empirical studies carried out in the area use high-quality socioeconomic and crime databases with a high level of geographical disaggregation.

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Esse artigo analisa o impacto do mercado das drogas ilícitas na incidência de homicídios em Belo Horizonte (BH) e Maceió (AL).

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O artigo propõe retomar o debate sobre os medos, que não podem ser negados e continuam limitando a liberdade de ação dos indivíduos paralisados. Discute a doutrina liberal do que deve ser feito para impedir que a ação individual seja tolhida, especialmente no liberalismo do medo, doutrina política sobre a crueldade, imposição deliberada de dor física ou moral pelo mais forte sobre o fraco. (mais…)

Este texto tem por objetivo associar o debate teórico e acadêmico ao panorama da segurança pública no Brasil, destacando pontos da agenda da área que seriam prioritários para o debate público, ainda mais num momento em que uma nova e inesperada variável entra em campo e precisa ser considerada; qual seja, as demandas difusas que marcam os protestos e as manifestações sociais que tomaram as ruas das principais cidades brasileiras em 2013. (mais…)

O acerto da política de controle de armas no Brasil é comprovado por uma série de estudos e pesquisas que, dentre outros resultados, apontam que sem o Estatuto do Desarmamento nossa taxa de homicídios seria cerca de 12% maior, que a cada 1% a mais de armas em circulação, a taxa de homicídios cresce 2% e que a presença de uma arma de fogo nas residências é fator de risco que aumenta em 5 vezes a chance de que lá ocorra um homicídio ou suicídio. (mais…)

O tráfico de drogas tornou-se o principal fator para a crescente escalada da violência e um dos maiores obstáculos para o sucesso dos serviços públicos de saúde nas favelas. O Brasil ocupa o primeiro lugar no mundo como o país com mais anos de vida perdidos pela violência. Nas últimas décadas, a velocidade de crescimento das favelas se intensificou. Entre 2000 e 2010, o crescimento de favelas foi doze vezes maior que o aumento anual das famílias brasileiras. (mais…)