transformações estruturais

O Produto Interno Bruto (PIB) consolidou-se ao longo do século XX como o principal indicador de desempenho econômico. Entretanto, as transformações estruturais recentes como a financeirização, a expansão da economia digital, a crescente relevância da economia dos cuidados e a emergência da crise ambiental passaram a revelar limitações importantes desse indicador.

Leia o artigo de Marcio Pochmann em https://aterraeredonda.com.br/nota-sobre-a-capacidade-estatistica-do-pib/

O artigo foca-se na discussão da Renda Básica Universal (RBU) como proposta política redistributiva radical que projeta modos alternativos de organizar a sociedade e de viver a vida, mais ajustados às muitas exigências, desafios e expectativas que marcam a vida contemporânea. O propósito central da análise passa por discutir os grandes princípios da RBU, procurando compreender as suas implicações em termos de construção de condições de liberdade material, bem como o seu potencial para induzir transformações sociais estruturais. Considerando estes objetivos e tendo por base os contributos proporcionados pela pesquisa bibliográfica, é possível depreender que a RBU poderá assegurar uma base material de liberdade efetiva, promotora de capacidades de autodeterminação, e contribuir para (novas) sociedades e subjetividades de bem-estar, num quadro de renovação e reforço do Estado de bem-estar social.

Leia o artigo de Octávio Sacramento em https://www.scielo.br/j/se/a/qBNbYMx6p5NwBxg5wJjfKyr/?format=pdf&lang=pt