produção do espaço

Desde o final do século XX, a violência e a criminalidade têm sido objetos de estudo em diversas áreas. No entanto, por muito tempo, negligenciou-se a influência das organizações criminosas na urbanização, um tema que só recentemente tem ganhado relevância. Este artigo visa contribuir para esse campo emergente, apresentando hipóteses sobre a relação entre a urbanização periférica e a atuação de grupos criminosos. Para alcançar esse objetivo, realizamos uma análise de casos com base em nossas próprias pesquisas sobre a participação desses grupos na construção da cidade no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, além da revisão da literatura produzida em São Paulo. Ao final, propomos algumas chaves de leitura para interpretar essa relação, visando aprofundar a compreensão das práticas socioespaciais adotadas por grupos criminosos.

Le o artigo de Thiago CANETTIERI e Priscila COLI em https://www.scielo.br/j/cm/a/QKJfkL6tXy7pXg7hqJmDsKF/?format=pdf&lang=pt

Este artigo pretende construir uma base de reflexão sobre a Economia Criativa como estratégia de desenvolvimento urbano, adotada no Brasil nas últimas décadas. Será traçado um panorama acerca do novo setor através de uma revisão bibliográfica e, para exemplificar, tomaremos a cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, onde tal segmento vem sendo incorporado pelos governos estadual e municipal através de políticas públicas culturais visando à valorização do plano local. As propostas mapeadas na capital nos permitirão pensar sobre a hipótese da adoção da Economia Criativa como um modelo de crescimento econômico que corrobora com a lógica de transformação espacial por meio da prática do empreendedorismo urbano local – baseada numa dinâmica rentista-financeira –, incentivando novos estudos na área. Leia o artigo de Renata de Leorne Salles em https://www.scielo.br/j/cm/a/tC7hwM5q9FYp9RrTXLWjSyg/?format=pdf&lang=pt