Propõe-se uma reinterpretação crítica dos modelos de gestão da diversidade cultural em escolas, com base em dez anos de evidências e três projetos de pesquisa conduzidos com escolas públicas. A proposta original é revisada, argumentando-se que, na prática, esses modelos operam como combinações híbridas. Com base em trabalho de campo envolvendo observações em sala de aula, entrevistas individuais e grupos focais, três casos representativos que eram originalmente inclusivos são analisados. Propõe-se uma expansão conceitual para capturar com mais precisão a dinâmica real dos modelos de gestão em escolas. O artigo conclui destacando o valor teórico, prático e de pesquisa dessa reinterpretação proposta.
Leia o artigo de Felipe Jiménez Vargas e Carla Fardella Cisternas em https://www.scielo.br/j/es/a/scXFKh8pR6mKRwQCHFzQ3Vt/?format=pdf&lang=es