Gestão

Como diferentes países avaliam o desempenho de seus servidores públicos? O que funciona bem? O que gera distorções? E o que o Brasil pode aprender com essas experiências? Este levantamento, elaborado por Rafael Leite, pesquisador visitante do Instituto Alemão de Pesquisa em Administração Pública (Berlim) e associado ao New South Institute (Joanesburgo), a pedido da República.org, apresenta uma análise comparativa de seis países: Portugal, Uruguai, Chile, Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. São modelos variados, com acertos e limitações. Mas todos oferecem pistas sobre como construir sistemas de avaliação mais justos, estratégicos e voltados a melhorar a qualidade dos serviços e das políticas públicas.

Leia o artigo de Rafael Leite em https://republica.org/wp-content/uploads/2025/08/Benchmark_-Internacional_de_Gestao_do_Desempenho.pdf

O município de São Paulo vem investindo na implantação de áreas verdes para melhoria da qualidade de vida da população. Neste sentido, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente do município de São Paulo vem ampliando a cobertura vegetal por meio de um programa de arborização e da criação de novos parques urbanos. Entretanto, não há uma avaliação quantitativa dos benefícios ambientais providos por esta iniciativa. Este trabalho utiliza a contabilidade ambiental em emergia para avaliar 73 parques da cidade de São Paulo. Para todo o conjunto dos parques, foram calculados os indicadores e os custos em emergia a fim de avaliar quais parques aproveitam mais os recursos da natureza, quais demandam maiores investimentos da prefeitura e quais fornecem maior quantidade de serviços ambientais para a cidade. A razão entre os recursos da natureza e os recursos provenientes da economia (I/F) foi estabelecida como um importante indicador para a gestão dos parques urbanos existentes e a relação I/F x Em$/m2 é proposta como indicador para tomada de decisão, permitindo determinar a melhor configuração de cada parque e priorizar as ações para novos projetos e para a manutenção dos antigos. Leia o artigo de Mirtes Vitoria Mariano e outros em https://www.scielo.br/j/gp/a/p9zf679tzL9M4n9tKkLfPZj/?format=pdf&lang=pt

Cada vez mais, as pesquisas sobre a gestão de organizações culturais se destacam, à medida que reconhecemos as contribuições simbólicas e materiais da economia criativa para o desenvolvimento das sociedades contemporâneas. (mais…)

No mundo das organizações e das sociedades contemporâneas, assistimos, há várias décadas, a um retorno das questões morais. (mais…)

O presente artigo foi motivado por uma lacuna no campo das publicações baseadas na abordagem da Grounded Theory (GT), uma vez que pouco se avançou nas discussões referentes à aplicação da Análise Situacional (AS), proposta por Adele Clarke (2003, 2005) e Adele Clarke e outros (2018) nos estudos de gestão. (mais…)

Este artigo realiza revisão de literatura sobre inovação social, com foco também na produção da América Latina, identificando como os conteúdos dialogam com a realidade de iniciativas na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. (mais…)

Cada vez mais, as pesquisas sobre a gestão de organizações culturais se destacam, à medida que reconhecemos as contribuições simbólicas e materiais da economia criativa para o desenvolvimento das sociedades contemporâneas. (mais…)

Este artigo apresenta a análise dos indicadores dos contratos de terceirização da gestão de hospitais públicos firmados entre uma secretaria de saúde estadual e organizações privadas, no contexto da implantação da governança neoliberal no Brasil.

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A transformação do território está relacionada à ocupação do solo, o que reflete nos recursos hídricos. É necessário que os Planos Diretores Municipais (PDM) contemplem as diretrizes delineadas nos planos de água, levando à transformação sustentável do território e produzindo menos impacto nos rios. (mais…)

Este artigo se baseia em dois livros de Alberto Guerreiro Ramos, “Administração e contexto brasileiro” e “A nova ciência das organizações: uma reconceituação da riqueza das nações”, e tem por objetivo apresentar os principais aspectos das teorias organizacionais analisados pelo autor, que os denomina “pontos cegos”. (mais…)