emprego

Este artigo tem como objetivo investigar o impacto do processo de desindustrialização da economia brasileira sobre os determinantes da probabilidade de pobreza dos chefes de família, entre 2012 e 2023, estimados pelo modelo de regressão logística (logit). A principal contribuição deste trabalho encontra-se na análise conjunta das abordagens estruturalista, neoschumpeteriana e dos determinantes da pobreza, realizada por meio da investigação do impacto das mudanças na estrutura produtiva – mensurados por meio de seus reflexos na estrutura ocupacional, desagregada em 12 setores – na probabilidade de pobreza dos chefes de família brasileiros. Os principais resultados mostram o impacto heterogêneo dos diferentes setores sobre as chances de pobreza dos indivíduos e evidenciam que o processo de desindustrialização da economia brasileira implicou diminuição da contribuição dos segmentos industriais, especialmente da indústria de transformação (setor-chave para o crescimento), na redução das chances de pobreza. Ademais, destacou-se que a superação da pobreza envolve uma política multidimensional de Estado, que combata a discriminação de cor e gênero, amplie o nível de formalização do mercado de trabalho e reindustrialize a economia, aumentando a participação dos segmentos mais dinâmicos (mudança estrutural positiva), que contribuem para a redução das chances de pobreza ao proporcionar melhores oportunidades de inserção no mercado de trabalho.

Leia o artigo de Elohá Cabreira Brito e Ricardo Dathein em https://www.scielo.br/j/rec/a/WtxKbcGCFgqHfBpt6FCWqDp/?format=pdf&lang=pt

Pesquisadora argumenta que para evitar uma recessão é necessário manter empregos e salários tanto quanto pudermos. A economista respondeu a perguntas sobre a crise sanitária e econômica, cuja dimensão começa a ser mais bem conhecida, apesar das incógnitas a resolver. (mais…)

Além da lenta recuperação da economia brasileira, os dados do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 revelam que a crise que atravessa a indústria brasileira há anos não dá sinais de melhoras. (mais…)

Em que pese o movimento de redução de 2,5% na taxa de desocupação entre o primeiro trimestre de 2017 (13,7%) e o trimestre móvel encerrado em novembro de 2019 (11,2%), equivalente à absorção de 2,2 milhões de pessoas, os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C) do trimestre móvel encerrado em novembro revelam que, neste mesmo período, houve um acréscimo de 3,8 milhões de indivíduos (3,6% da força de trabalho) a três grupos ocupacionais ligados diretamente ao cenário da informalidade: emprego sem CTPS no setor privado, (mais…)

Qual será o impacto da automação sobre o emprego formal no Brasil? Como as diferentes regiões do país serão afetadas pela automação? Foi para buscar respostas para essas duas grandes perguntas que o Laboratório do Futuro, da UFRJ, desenvolveu o Relatório Técnico “O Futuro do Emprego no Brasil: estimando o impacto da automação” (mais…)

Simplifica; Brasil 4.0; Emprega + e Pro-Mercados – estes foram os principais anúncios de Governo feitos pelo Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Da Costa, durante o seminário “100 Dias de Governo”, promovido pelas revistas Veja e Exame, em São Paulo. (mais…)