Crime

O crime organizado no Brasil surgiu como resposta a condições de desigualdade social, corrupção e falhas no sistema de segurança pública. As primeiras organizações surgiram em presídios superlotados, onde os detentos formaram estruturas hierárquicas e redes que operavam tanto dentro quanto fora das penitenciárias. O tráfico de drogas foi o ponto de partida dessas facções, mas, com o tempo, elas diversificaram suas atividades ilícitas, expandindo suas operações para áreas como roubos, sequestros e controle territorial. Essas organizações criminosas estabeleceram um poder paralelo, especialmente em regiões urbanas e periferias, desafiando diretamente o Estado. Além disso, a expansão dessas facções foi favorecida pela vulnerabilidade de certos setores da sociedade, pela ineficácia das políticas públicas de combate ao crime e pela falta de uma estratégia integrada entre os órgãos de segurança. Assim, as organizações criminosas consolidaram-se como uma força significativa, atuando tanto no tráfico de drogas quanto em outros crimes de grande escala, causando profundos impactos na segurança pública e na governança do país.

Leia o artigo de Fábio Rodrigues de Rosso e outros em https://www.revistaft.com/ft/article/view/447/489

Este artigo busca a essência e a dinâmica do fenômeno da criminalidade nos municípios do Estado do Rio de Janeiro. (mais…)

Este artigo busca a essência e a dinâmica do fenômeno da criminalidade nos municípios do Estado do Rio de Janeiro.

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This article focuses on the effect of urbanization on violent crime – particularly homicide in Costa Rica. Although violence is a major problem throughout Latin America, few empirical studies carried out in the area use high-quality socioeconomic and crime databases with a high level of geographical disaggregation.

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O objetivo do estudo é analisar se o gasto público em educação pode contribuir para reduzir a taxa de homicídios e se é necessário um período para que esse resultado seja observado. Para isso, foram utilizados dados socioeconômicos dos estados brasileiros e um modelo de painel dinâmico (GMM-SYS) com uma defasagem para os gastos com educação por habitante, além da relação contemporânea. (mais…)