commodities

Ao longo das diferentes fases históricas do capitalismo a reprodução da situação periférica adquiriu peculiaridades, ora convergindo ora divergindo, para os níveis de desenvolvimento dos países centrais. No período de capitalismo regulado, construído sob a égide do acordo de Bretton Woods, a convergência, pelo menos em termos de crescimento e da renda per capita, foi significativa. Na fase atual da globalização financeira e produtiva esta convergência teria continuado de acordo com as interpretações do mainstream e, mais que isto, teria aberto a oportunidade para o catch up produtivo e tecnológico a partir da inserção nas cadeias globais de valor. Este texto procura examinar a validade dessa postulação, bem como realizar uma comparação entre essa nova forma de inserção periférica e aquela tradicional fundada na produção de commodities.

Leia o artigo de Ricardo de Medeiros Carneiro em https://www.eco.unicamp.br/images/arquivos/artigos/TD/TD496.pdf

Trata-se de ensaio crítico que explora a relação entre o processo de urbanização extensiva, a crise do capital e as dinâmicas instauradas pela lógica do extrativismo no Brasil. O ensaio argumenta que a dinâmica extrativa opera também nesses marcos, e, assim, promove a extensão da urbanização. A urbanização extensiva-extrativa, portanto, implica na dissolução de formas historicamente determinadas de sociabilidade. Destarte, o texto aborda as dinâmicas do conteúdo violento do conflito social produzido pela urbanização extensiva-extrativa em pelo menos três sentidos: a violência própria da extração, a violência presente na relação do extrativismo com o crime organizado, e, por fim, a relação do extrativismo com a violência da nova extrema direita.

Leia o artigo de Thiago Canettieri em https://www.scielo.br/j/rbeur/a/8rcQrrdp8HbxWkspt5npQbr/?format=pdf&lang=pt