transporte público

A acessibilidade tem relação direta com qualidade de vida e sustentabilidade. Medidas de acessibilidade ganham espaço em estudos sobre exclusão social, principalmente nas cidades, já que a maioria da população mundial é urbana. Este estudo concentra-se em Curitiba, onde surgiu uma solução de mobilidade – o Bus Rapid Transit (BRT) implantado desde 1974, mas apresentando rápido crescimento das periferias e matriz modal baseada em transporte não sustentável – sobretudo o automóvel – cujas infraestruturas favorecem grupos de rendas mais altas. Assim, procurou-se investigar como se configura a variação espacial do acesso a oportunidades por meio de transporte público e pedonal aos serviços essenciais, propondo um índice composto de acessibilidade sustentável, a fim de contribuir à análise da equidade na distribuição do acesso às oportunidades e sua relação com características socioeconômicas. O índice composto e os parciais mostram que os valores estão muito aquém do que poderia ser considerado uma distribuição equitativa.

Leia o artigo de Paulo de Almeida Correia Junior e outros em https://www.scielo.br/j/asoc/a/d4pdHYjFxnfbsvg8JDbkP5G/?format=pdf&lang=pt

Os indicadores de violência no entorno dos transportes públicos têm alcançado níveis alarmantes na maioria dos estados brasileiros, afetando inclusive sua mobilidade.

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Um dos principais objetivos das políticas de transporte urbano é facilitar o acesso das pessoas a oportunidades de emprego, serviços de saúde e educação, atividades culturais e de lazer. No entanto, os estudos e as políticas de mobilidade urbana no Brasil costumam dar ênfase aos desafios de reduzir congestionamentos e o tempo que as pessoas gastam no trânsito, ao passo que dedicam pouca atenção ao tema da acessibilidade urbana. (mais…)