tecnologias da informação e comunicação

Este estudo abordou os efeitos da infraestrutura de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no crescimento econômico global, analisando uma amostra de 122 países de 2005 a 2017. A metodologia, seguindo Hansen (1999), segmentou a amostra com base no PIB per capita, revelando impactos distintos das TICs, dependendo do valor threshold específico de cada país. A banda larga, no primeiro regime, não mostrou significância estatística, enquanto as assinaturas móveis de celular e banda larga, no segundo regime, apresentaram coeficientes mais expressivos. No terceiro regime, essas assinaturas mantiveram um impacto positivo, embora com efeito menor. A análise dos fatores macroeconômicos revelou que o comércio impacta negativamente os países dos dois primeiros regimes, o desemprego tem maior impacto no segundo regime, e as despesas de consumo final das administrações públicas afetam todos os regimes, decrescendo com o aumento do PIB per capita. As implicações teóricas enfatizam a necessidade de abordagens flexíveis na formulação de teorias sobre a relação entre TICs e crescimento econômico. Nas implicações práticas, destacam-se recomendações para políticas de investimento em TICs, adaptação de políticas comerciais conforme os regimes de threshold. Os resultados indicam que políticas de investimento em infraestrutura de TICs podem efetivamente impulsionar o crescimento econômico. As contribuições científicas incluem o refinamento de modelos exploratórios, a validação empírica da relevância global das TICs e o apoio ao desenvolvimento de políticas embasadas em evidências. Apesar das contribuições, são reconhecidas limitações relacionadas ao acesso a dados completos, sugerindo futuras pesquisas para aprofundamento.

Leia o artigo de Marco Aurélio Vieira e Paulo Sergio Ceretta em https://www.economia.unicamp.br/images/arquivos/artigos/ES/81/Vieira_e_Ceretta_1.pdf

Se pretende contribuir al debate polifacético actual sobre el periodo posterior a la crisis financiero-productiva global de 2007-2009, introduciendo la problemática del pasaje del capitalismo a una nueva fase de desarrollo y la existencia de diversas vías nacionales de emprendimiento de la fase seguidas por grupos de países. La ilustración de esa aproximación mediante el estudio de las experiencias de EE.UU. y China apunta a que la actual crisis no obedece a un agotamiento de la fase de desarrollo, el capitalismo del conocimiento, sino se trata de una crisis del neoliberalismo como su vía de emprendimiento predominante, a la cual, se argumenta, le es consustancial la llamada financiarización – sin ser, por tanto, propia de la fase. En contrapartida, lo que tiene lugar en China es un proceso de “financiarización a la inversa” en el marco de la vía asiática seguida –. Con ello se aporta a despejar la controversia imperante en la literatura sobre la financiarización en relación con los alcances y limitaciones tanto teóricas como históricas de ese concepto.

Leia o artigo de Sergio Ordóñez e Thiago Araujo do Pinho em https://www.eco.unicamp.br/images/arquivos/artigos/ES/84/4_ORDONEZ_e_PINHO.pdf