Sistemas de inovação. cadeias globais de valor. desenvolvimento econômico. estratégias das corporações multinacionais. divisão internacional do trabalho

Neste artigo, exploramos as recentes tentativas de integrar as Cadeias Globais de Valor (CGV) e os Sistemas Nacionais de Inovação (SNI) a um nível teórico, e até que ponto isso poderia não ser alcançado de forma coerente. Estas recentes tentativas desconsideram a tensão entre as fronteiras organizacionais das empresas multinacionais (EMN) e o espaço nacional – como lugar de aprendizagem e de geração de tecnologias – de duas maneiras. Primeiro, a perspectiva das CGV assimila a atualização microeconômica ao aprendizado e à inovação, o que pode não ser suficiente para explicar os processos de aprendizado sistêmico e a competitividade estrutural. Segundo, a abordagem das GVC assimila a produção à circulação de capital, o que é consistente com a lógica que domina a expansão das EMNs durante a financeirização, mais orientada à apropriação do que à implantação internacional da tecnologia.

Leia o artigo de Pablo José Lavarello e outros em https://www.scielo.br/j/rec/a/zD69qx4GcNB8B9fzXqqjPqn/?format=pdf&lang=en