inteligência artificial

Este artigo trata das mudanças na dinâmica dos regimes democráticos em razão da emergência da Inteligência Artificial (IA). A teoria democrática avançou na epistemologia da política considerando os avanços de inteligências individuais e coletivas, compreendendo como atores e movimentos sociais tensionam e produzem formas de convivência no seio de democracias. A emergência da Inteligência Artificial significa uma complexificação das dinâmicas democráticas uma vez que ela fundamenta uma epistemologia da política baseada na relação com outras formas de inteligência (individuais e coletivas). A coexistência dessas três formas de inteligência proporciona novos desafios para a teoria democrática no contexto da interação entre humanos e máquinas. Concluímos observando como soluções democráticas têm sido criadas para enfrentar os dilemas sociais que emergem com a Inteligência Artificial.

Leia o artigo de Fernando Filgueiras e outros em https://www.scielo.br/j/ea/a/pkxLbrnLHpt3ztkwQMc8Pqg/?format=pdf&lang=pt

La elaboración del presupuesto público es un proceso complejo que depende de una gran cantidad de factores, incluyendo la consideración de recursos escasos y la calidad de la información disponible. La inteligencia artificial (IA) tiene el potencial de descubrir modelos que ayuden a explicar fenómenos sociales complejos, como el proceso de planeación presupuestaria. Sin embargo, actualmente existen pocos trabajos que exploran la aplicación de la IA en este contexto. Este artículo tiene como objetivo proponer una perspectiva algorítmica del análisis del presupuesto público de México, al explorar el potencial del perceptrón multicapa y los algoritmos genéticos multiobjetivo para la asignación de recursos a cada uno de los gastos del presupuesto. La pregunta que guía la investigación es: ¿cuál es el potencial del perceptrón multicapa y los algoritmos genéticos multiobjetivo en la toma de decisiones en cuanto a la asignación del presupuesto público mexicano?

Leia o artigo de David Valle-Cruz e outros em

https://revista.clad.org/ryd/article/view/IA-planeacion-presupuestaria-Mexico/457

This theoretical essay explores the adoption of artificial intelligence (AI) in organizations through the integrated lens of institutional theory (IT) and diffusion of innovation (DOI) theory. IT elucidates how coercive, normative, and mimetic pressures drive organizational conformity, while DOI categorizes adopters into innovators, followers, and traditionalists, emphasizing perceived innovation attributes. Key findings reveal that AI adoption is influenced by regulatory compliance, industry benchmarks, and competitive imitation, with varying adoption rates depending on organizational readiness and sectoral demands. The study identifies gaps in current research, particularly the lack of integration between macro-level institutional pressures and micro-level adoption behaviors.

Leia o artigo de Joel Ferreira Reis e Luiz Pereira Pinheiro Junior em https://www.scielo.br/j/bar/a/VGYpF6M76YdskHMMCf9pdBM/?format=pdf&lang=en

To examine whether Brazil’s proposed AI regulation promotes innovation and competitiveness in comparison with global regulatory models. Findings show that regulatory effectiveness depends on institutional capacity, implementation mechanisms, and policy alignment. Adaptive and sectoral models (e.g., UK, USA, Chile) better support innovation than prescriptive or fragmented frameworks. Brazil’s EU-inspired Bill 2338/2023 faces enforcement gaps, legislative overlaps, and uneven sandbox deployment, raising barriers for startups. Brazil’s attempt to replicate EU rules without corresponding capacity may hinder AI development. A hybrid, phased strategy combining legal convergence with institutional adaptation could enhance innovation and regulatory credibility in emerging markets.

Leia o artigo de Fernando Antonio Ribeiro Serra e outros em https://www.scielo.br/j/bar/a/k6HMx7SgxYKw6zpVHKzZL7s/?format=pdf&lang=en

Para afrontar los retos asociados a la denominada revolución 4.0 y la transformación digital, resulta crítico repensar las capacidades con las que cuentan las organizaciones públicas. Entre dichas capacidades destacan especialmente las asociadas a la gestión y al análisis de datos. El artículo propone aportar evidencias y reflexiones a este debate, tanto a nivel teórico como aplicado. Para ello se desarrolla un marco conceptual a través de dos enfoques clave: el de las capacidades analíticas, centrando la atención a nivel organizativo y sistémico, y el de la gobernanza de datos. Con el marco analítico integrado se desarrolla el estudio de caso del Ayuntamiento de Barcelona. Este caso incluye diferentes iniciativas que permiten aportar evidencias y argumentos tanto sobre los logros como sobre los retos pendientes.

Leia o artigo de Miquel Salvador e Carles Ramió em https://revista.clad.org/ryd/article/view/205/409

A evolução tecnológica tem desencadeado mudanças sociais significativas, com a ascensão de tecnologias emergentes, como o blockchain, e com o avanço da inteligência artificial, que remodelam processos produtivos e interações sociais. Diante dessas transformações, o Estado enfrenta a necessidade de respostas rápidas e inovadoras para atender às demandas da sociedade, promovendo a inclusão e a qualidade dos serviços públicos. Assim, a inovação aberta surge como uma abordagem estratégica que incentiva a colaboração entre organizações públicas e privadas, universidades, startups e outros atores, a fim de impulsionar o desenvolvimento econômico e social sustentável. No setor público, essa abordagem pode contribuir para a formulação de políticas mais eficazes e para a oferta de serviços de maior qualidade ao envolver os cidadãos e outros stakeholders no processo de tomada de decisões. Isso fortalece a legitimidade das instituições públicas, ao mesmo tempo em que maximiza o impacto dos investimentos em inovação. Nesse contexto, este artigo apresenta um estudo de caso sobre as oportunidades e desafios de assimilação de tecnologias emergentes pela  Escola Nacional de  Administração Pública em conjunto com outras entidades públicas por meio da inovação aberta. Leia o artigo de Luís Guilherme Izycki em https://revista.clad.org/ryd/article/view/379/547

O estudo busca identificar as dualidades entre o uso da inteligência artificial (IA) na educação e os riscos de vieses algorítmicos. A pesquisa se insere como qualitativa e uma revisão sistemática de literatura com apoio bibliométrico. A coleta de dados ocorreu nas bases Scopus, Web of Science e ScienceDirect, e ao final foram selecionados 16 artigos para análise e interpretação. A hipótese levantada é de que os vieses algorítmicos na educação podem comprometer a equidade e a eficácia dos processos educativos. Os vieses foram apontados desde a codificação dos algoritmos até o processamento automatizado, o que pode impactar o desempenho dos alunos e ampliar as desigualdades. Medidas sugeridas para mitigação incluem os cuidados nas fases de treinamento e implementação dos algoritmos, desenvolvimento de práticas de reparação algorítmica, supervisão das plataformas e a necessidade de tecnologias justas e confiáveis. Como resposta à hipótese, conclui-se que a eficácia da IA na educação depende de um treinamento contínuo e inclusivo dos algoritmos e da conscientização de seus usuários sobre os riscos dos vieses algorítmicos, de forma que os sistemas possam ser aperfeiçoados para evitar a reprodução de injustiças sociais. Recomenda-se uma abordagem ética e colaborativa para garantir que a IA contribua para uma educação mais justa. A interação entre os alunos e a IA pode suscitar uma reflexão crítica sobre os feedbacks recebidos, pois eles precisam saber identificar se os resultados são confiáveis, atualizados e não tendenciosos, uma vez que a IA pode demorar a incorporar novos dados de treinamento nos algoritmos.

Leia o artigo de João Marcos Heggler e outros em https://www.scielo.br/j/es/a/qrTryFvZR9Y9WsRpG5fWGHB/?format=pdf&lang=pt

Este documento analiza la percepción de los responsables de los servicios sociales de las diecisiete comunidades autónomas españolas sobre el nivel de integración de las innovaciones tecnológicas. Se utiliza un enfoque cualitativo, a partir de un cuestionario basado en la escala Likert, elaborado sobre la base de una propuesta inicial del Laboratorio de Gobierno Abierto de Aragón, que indaga de forma genérica en la innovación pública y contempla un apartado específico para la innovación tecnológica. A juicio de sus responsables, existe una implantación desigual de la innovación tecnológica en los servicios sociales entre las diferentes comunidades autónomas o regiones españolas, con un nivel general medio-bajo. Andalucía y Castilla La Mancha son las comunidades autónomas que presentan un mayor nivel de desarrollo, mientras que Baleares, Canarias, Cantabria y Extremadura son las que menos. El nivel de integración de las innovaciones tecnológicas tiene que ver con el desarrollo de las infraestructuras tecnológicas y con el apoyo técnico al conjunto de la organización. Igualmente, favorece el camino hacia el nuevo campo de la inteligencia artificial, el machine learning, etc. Esta investigación ofrece el primer análisis a nivel país sobre el grado de implementación de la innovación tecnológica de los servicios sociales desde una perspectiva cualitativa. Este hecho constituye una acción innovadora tanto en lo que hace relación al método (centrado en la percepción de los responsables) como al objeto (los servicios sociales públicos). Por otra parte, este método presenta una alta potencialidad de ser aplicado en otros ámbitos públicos y países.
Leia o artigo de Jaime Minguijón e outros em https://revista.clad.org/ryd/article/view/La-innovacion-tecnologica-servicios-sociales-publicos-espanoles/517

O presente artigo trata das potencialidades e riscos da Inteligência Artificial (IA). Com esse objetivo, posiciona a IA no alvorecer da IV Revolução Industrial, explica suas categorias essenciais e modo de operar. Aborda os benefícios trazidos pela nova tecnologia: ampliação da capacidade decisória humana, automação, avanços em pesquisa e inovação, medicina e educação, entre outros. Examina os riscos que ela gera, entre os quais: impactos sobre o mercado de trabalho, utilização para fins bélicos, massificação da desinformação e violação a direitos fundamentais. Propõe princípios para a regulação da IA. Demonstra que se trata de uma tecnologia com grande potencial, cujos efeitos reais dependerão sobretudo do uso que faremos dela. Em tais condições, o direito tem o importante desafio de produzir um desenho institucional que incentive seu bom uso e contenha o seu desvirtuamento.

Leia o artigo de Luís Roberto Barroso e Patrícia Perrone Campos Mello em https://www.scielo.br/j/rdp/a/n89PjvWXTdthJJKwb6TtYXy/?format=pdf&lang=pt

A regulação de inteligência artificial no Brasil está prestes a enfrentar um novo capítulo. Chegou à Câmara de Deputados, aguardando despacho, a versão do PL 2338/2023 que busca estabelecer normas gerais de caráter nacional para a governança responsável de sistemas de inteligência artificial (IA) no Brasil. Seguindo a tendência global sobre regulação de inteligência artificial, que já é avançada em países e regiões como Canadá, União Europeia e China, diferentes setores no país articulam-se há anos em disputas técnicas e ideológicas sobre o que significa regular a tecnologia.

Leia o artigo de Juliane Cintra e Tarcizio Silva em https://diplomatique.org.br/a-participacao-social-em-todo-o-ciclo-de-vida-da-tecnologia/