indústrias criativas

A estratégia como prática se expande e consolida, cada vez mais, nas pesquisas em administração. Embora ainda disponhamos de raros estudos desenvolvidos nas indústrias criativas, a estratégia como prática apresenta um significativo potencial de crescimento e contribuição nesse campo. Este artigo consiste em uma revisão sistemática da produção acadêmica sobre estratégia como prática no campo das indústrias criativas. A revisão identificou, selecionou e analisou publicações acadêmicas, sustentando a classificação das principais abordagens metodológicas utilizadas, bem como a categorização teórica sobre relevâncias, concepções, ausências e desafios na pesquisa sobre estratégia como prática nas indústrias criativas. Outros resultados da pesquisa envolvem a discussão de contribuições cruzadas entre esses campos do conhecimento e de perspectivas para renovar o futuro de sua produção acadêmica.

Leia o artigo de Roberto Guanabara Calasans e Eduardo Davel em https://periodicos.fgv.br/cadernosebape/article/view/93451/87442

As indústrias criativas referem-se a um campo de convergência entre arte, cultura, tecnologia, entretenimento e gestão. Embora seja um campo promissor para a análise organizacional, principalmente por ser caracterizado pelo dinamismo, complexidade e por possíveis contradições entre arte/cultura e negócios, pouco se sabe sobre o trabalho criativo ou a organização de produtos ou serviços criativos. Alguns produtos das indústrias criativas possuem certas particularidades, como as performances “ao vivo”, apresentadas com a presença de público no espaço e no momento em que a ação acontece, sendo organizada e vivenciada ao mesmo tempo. Diante da escassez de estudos empíricos voltados para a compreensão de como eventos ou apresentações artístico-culturais ou de entretenimento são organizados, o presente artigo, no formato de ensaio teórico, tem como objetivo apresentar duas abordagens teórico-metodológicas que, potencialmente, podem ser exploradas para compreender os processos de organizar “ao vivo”: a Teoria Ator-Rede e a Dinâmica das Rotinas Organizacionais. Tais teorias se apresentam e se justificam porque as referidas abordagens podem ser utilizadas na compreensão das “organizações ao vivo”, principalmente as artes performáticas, como peças de teatro, óperas, balés ou concertos musicais populares e eruditos.

Leia o artigo de Márcia de Freitas Duarte e Rafael Alcadipani em https://periodicos.fgv.br/cadernosebape/article/view/92882/87029

Este artigo busca resumir o processo de construção do Produto Interno Bruto (PIB) da Economia da Cultura e das Indústrias Criativas (Ecic), que foi dividido em duas fases principais. A primeira, composta de oficinas com especialistas nacionais para consulta sobre novas tendências setoriais. A segunda, também uma consulta com especialistas nacionais, por meio da metodologia Delphi, buscando definir as especificidades nacionais relevantes para essa mensuração.

Leia o artigo de Gustavo Möller e outros em https://www.itaucultural.org.br/secoes/observatorio-itau-cultural/revista-observatorio-34-processo-construcao-pib-economia-cultura-industrias

Atuando em uma economia caracterizada por indivíduos criativos, fontes de vantagem competitiva e crescimento nas economias pós-industriais, os líderes das organizações assumem enorme importância no ambiente competitivo atual, tornando-se um diferencial, visto que o estilo de liderar reflete sobre o desempenho da organização.

(mais…)