economia criativa

A economia criativa e o desenvolvimento sustentável estão associados pela centralidade no ser humano, por meio do uso da criatividade como recurso e o desafio de erradicar a pobreza. A presente pesquisa tem por objetivo analisar a produção científica existente na associação entre economia criativa e desenvolvimento sustentável no intervalo de 2001 a 2022. A pesquisa caracteriza-se como um estudo exploratório de caráter quanti-qualitativo, bibliométrico, de análise documental on-line nas bases de dados Web of Science (WoS) e Scopus. Os resultados evidenciaram como se constitui o campo de pesquisa sobre a associação da economia criativa e o desenvolvimento sustentável, e quais os desafios enfrentados para avanços na área de conhecimento. Dessa forma, esta pesquisa contribui para a associação entre as temáticas ao propor um framework, sintetizar as principais lições e descobertas sobre o campo de estudo, e apresentar sugestões para o desenvolvimento de pesquisas futuras, em que aponta direcionamentos para pesquisadores de diversas áreas, como Administração, Economia e Gestão Social e Ambiental.

Leia o artigo de Kassia Larissa Abrantes Alves Costa e Ana Cecília Feitosa de Vasconcelos em https://www.scielo.br/j/read/a/mTGcQDp4C69QYdzhPv5cPLh/?format=pdf&lang=pt

A Indústria Criativa no Brasil representa 3,59% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, totalizando R$ 393,3 bilhões em 2023. A potência do PIB criativo no país fica ainda mais evidente em estados como São Paulo (5,3%), Rio de Janeiro (5,2%), Santa Catarina (4,2%) e Distrito Federal (4,9%), com participações acima da média nacional (3,6%). O levantamento faz parte do Mapeamento da Indústria Criativa 2025, estudo da Firjan, que chega a sua 8ª edição. O estudo é elaborado com base na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2023, último dado oficial disponibilizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Pioneiro no país a tratar do tema, o Mapeamento mostra a expansão do mercado criativo formal. Só em 2023, empregou aproximadamente 1,26 milhão de profissionais, um crescimento de 6,1% em relação a 2022 — quase o dobro do avanço registrado pelo mercado de trabalho nacional como um todo no mesmo período (3,6%).

“O Mapeamento da Indústria Criativa reforça a importância de políticas públicas, que promovam a capacitação profissional, o incentivo à inovação e a melhoria da infraestrutura para sustentar o crescimento do mercado criativo e ampliar sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social do país”, enfatiza Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan.

Leia o estudo da Firjan em https://www.firjan.com.br/noticias/mapeamento-da-industria-criativa-2025-8AE4828D96AAF437019783E8CFE02F31-00.htm

No Brasil, conforme estudo recente produzido pelo Instituto Itaú Cultural, a economia da cultura e indústrias criativas contribuem com 3,11% do PIB brasileiro, ficando à frente da indústria automotiva (2,50%) e um pouco atrás da indústria de construção (4,06%).

Na quase totalidade de sua obra o notável economista e ex-ministro da Cultura, Celso Furtado, exaltou a criatividade da nação brasileira como ativo estratégico para o surgimento de um novo modelo de desenvolvimento econômico, sustentável, inclusivo e endógeno.

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O presente artigo debate como a economia criativa, fenômeno econômico do final do século XX, que utiliza as forças da cultura atrelada a tecnologia e inovação, está reconfigurando os espaços das cidades. Para analisar tais desdobramentos nos territórios urbanos, este estudo traçará um paralelo histórico do contexto global ao nacional, analisando como tais ações ocorrem, configurando a dinâmica global dos “territórios criativos”. Nesse sentido, o cenário brasileiro da economia criativa também é problematizado, tanto do ponto de vista institucional como do territorial. Por fim, o artigo busca compreender e refletir qual é a importância da economia criativa dentro das discussões atuais sobre o desenvolvimento dos territórios urbanos, em particular metropolitanos, e entender as perspectivas e os conflitos que ela determina nessas localidades.

Leia o artigo de Caio Cesar Marinho Rodrigues de Souza e Gerardo Silva em https://www.scielo.br/j/cm/a/3ptx6myJKjjJJD5kmVzwjCP/?format=pdf&lang=pt

O objetivo do artigo é explicar por que cidades criativas buscam desenvolver a paradiplomacia em seus processos de internacionalização.

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O design e a implementação de políticas públicas para promover a economia criativa como uma nova base de desenvolvimento sustentável não têm mostrado resultados semelhantes em diferentes sociedades.

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Este artigo pretende construir uma base de reflexão sobre a Economia Criativa como estratégia de desenvolvimento urbano, adotada no Brasil nas últimas décadas. Será traçado um panorama acerca do novo setor através de uma revisão bibliográfica e, para exemplificar, tomaremos a cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, onde tal segmento vem sendo incorporado pelos governos estadual e municipal através de políticas públicas culturais visando à valorização do plano local. As propostas mapeadas na capital nos permitirão pensar sobre a hipótese da adoção da Economia Criativa como um modelo de crescimento econômico que corrobora com a lógica de transformação espacial por meio da prática do empreendedorismo urbano local – baseada numa dinâmica rentista-financeira –, incentivando novos estudos na área. Leia o artigo de Renata de Leorne Salles em https://www.scielo.br/j/cm/a/tC7hwM5q9FYp9RrTXLWjSyg/?format=pdf&lang=pt

Este artigo objetiva refletir sobre a concepção de trabalho no campo da Economia Criativa, bem como sobre a contribuição de tal conceito para o entendimento da cultura em organizações no contexto contemporâneo.

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Atuando em uma economia caracterizada por indivíduos criativos, fontes de vantagem competitiva e crescimento nas economias pós-industriais, os líderes das organizações assumem enorme importância no ambiente competitivo atual, tornando-se um diferencial, visto que o estilo de liderar reflete sobre o desempenho da organização.

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