desenvolvimento sustentável

A presente pesquisa tem o objetivo de analisar as diferenças e similaridades dos métodos brasileiros de avaliação do desenvolvimento sustentável em propriedades agrícolas: Ambitec-Agro, APOIA-NovoRural e ISA. O método utilizado foi o de meta-estudo. Os resultados indicaram que os três métodos Ambitec-Agro, APOIA-NovoRural e ISA possuem cada um com suas similaridades e diferenças. Como conclusões, na escolha do método, deve-se dar especial ênfase à decisão sobre a delimitação na propriedade agrícola do que vai ser analisado (uma tecnologia, uma atividade agrícola ou a propriedade como um todo). Além disso, os três métodos partem de indicadores e foram estabelecidos a priori, o que impossibilita a opção de escolhê-los.

Leia o artigo de Laura Gonçalves Osorio e Marcelo Fernandes Pacheco Dias em https://www.scielo.br/j/asoc/a/k7m6JM8BBY5SGGsHf6srCVG/?format=pdf&lang=pt

A economia criativa e o desenvolvimento sustentável estão associados pela centralidade no ser humano, por meio do uso da criatividade como recurso e o desafio de erradicar a pobreza. A presente pesquisa tem por objetivo analisar a produção científica existente na associação entre economia criativa e desenvolvimento sustentável no intervalo de 2001 a 2022. A pesquisa caracteriza-se como um estudo exploratório de caráter quanti-qualitativo, bibliométrico, de análise documental on-line nas bases de dados Web of Science (WoS) e Scopus. Os resultados evidenciaram como se constitui o campo de pesquisa sobre a associação da economia criativa e o desenvolvimento sustentável, e quais os desafios enfrentados para avanços na área de conhecimento. Dessa forma, esta pesquisa contribui para a associação entre as temáticas ao propor um framework, sintetizar as principais lições e descobertas sobre o campo de estudo, e apresentar sugestões para o desenvolvimento de pesquisas futuras, em que aponta direcionamentos para pesquisadores de diversas áreas, como Administração, Economia e Gestão Social e Ambiental.

Leia o artigo de Kassia Larissa Abrantes Alves Costa e Ana Cecília Feitosa de Vasconcelos em https://www.scielo.br/j/read/a/mTGcQDp4C69QYdzhPv5cPLh/?format=pdf&lang=pt

A efetivação de políticas públicas ambientais no Brasil ganha contornos mais urgentes, dada a necessidade de alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (Agenda 2030). O aumento da produção legislativa ambiental parece acompanhar, pelo menos formalmente, essa urgência, como no caso do Projeto de Lei n. 1.874/2022, que propõe a Política Nacional da Economia Circular. O artigo, por meio de pesquisa qualitativa e bibliográfica, com análise de propostas legislativas e produções científicas, centrada em dados secundários sobre a implementação de políticas públicas ambientais, analisa o referido projeto de lei para identificar seus principais conceitos, objetivos, princípios e ferramentas, além do conceito de economia circular e como o debate internacional tem se desenvolvido a respeito. Também se verifica a confluência do PL 1.874/2022, com dispositivos existentes na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n. 12.305/2010), além de problemas de implementação e riscos de repetição de conceitos que não se concretizam. Por fim, conclui-se que a mera produção legislativa não alcançará as metas ambientais de desenvolvimento sustentável, apenas reutilizando políticas que ficaram nos papéis legais.

Leia o artigo de Tarin Cristino Frota Mont’Alverne e João Ricardo Holanda em https://www.scielo.br/j/vd/a/Zz68LHVnFnf3QNPLSF9kppp/?format=pdf&lang=pt

As compras públicas como instrumento de política pública é uma poderosa ferramenta para a promoção do desenvolvimento sustentável. O objetivo deste estudo é apresentar um modelo de equação estrutural para validação de critérios de sustentabilidade ambiental, econômico e social em compras públicas. Os resultados deste estudo empírico indicam que a adoção de critérios de sustentabilidade ambiental, econômico e social, influenciam positivamente nas fases de planejamento, seleção e execução do processo de compras nas organizações públicas.

Leia o artigo de André Luiz Trajano dos Santos em https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/10360/7024

O artigo problematiza um acontecimento discursivo caro ao campo da Educação Ambiental (EA): a configuração da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS). Com as lentes foucaultianas, o estudo mira as estratégias de governamento neoliberal que dão rosto a essa nova proposta educacional. Aqui, fizemos dois movimentos: o primeiro, que se refere a discutir sobre o aparecimento da EDS e suas redes capilares que se fortalecem enquanto biopolíticas tratadas no interior de uma governamentalidade neoliberal, o segundo, que problematiza a luta política de pesquisadores/as brasileiros/as a respeito da chegada da EDS e do esmaecimento da EA nas políticas públicas atuais. O neoliberalismo, investindo em consumidores, ensina-nos, agora, a consumir o desenvolvimento sustentável. Esse embate não se dá sem resistências que se refletem como campo epistemológico e político. É sobre a produção dessas lutas e desses tensionamentos que esse artigo trata.

Leia o artigo de Paula Corrêa Henning e José Luís Schifino Ferraro em https://www.scielo.br/j/ciedu/a/GWG5RxXZjphFRcwhbL8zShF/?format=pdf&lang=pt

Este artigo aborda a possibilidade da utilização dos títulos verdes como um meio viável para o fomento da agricultura familiar sustentável, de maneira a instrumentalizar o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com os quais o Brasil é comprometido a partir da assinatura do Acordo de Paris de 2016. O trabalho teve como objetivo geral analisar a viabilidade da utilização de títulos verdes para fomentar a agricultura familiar Sustentável, visando à aproximação da conquista dos objetivos da agricultura sustentável proposta pelo ODS 02 da agenda 2030, tomando como objetivos específicos a conceituação de agricultura familiar, a especificação dos procedimentos de emissão de títulos verdes e demonstrar a viabilidade de utilização destes pelo produtor rural familiar para o fomento de sua produção utilizando técnicas sustentáveis. Quanto à metodologia empregada, na fase de investigação utilizou-se o método indutivo, e na fase de tratamento de dados, o método cartesiano, sendo que a pesquisa teve como resultado a confirmação da hipótese de que, sim, é viável a utilização da titulação verde como instrumento para o fomento da agricultura familiar Sustentável e a instrumentalização dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

Leia o artigo de Denise Schmitt Siqueira Garcia e Eduardo Luiz Soletti Pscheidt em https://www.scielo.br/j/vd/a/Dq6J5HHKdnqqz8NKZmTmxdh/?format=pdf&lang=pt

Iberoamérica enfrenta el desafío de desarrollar estrategias efectivas que faciliten la implementación de la Agenda 2030 y la consecución de los objetivos de desarrollo sostenible (ODS) en el ámbito público. Esto supone la puesta en marcha de políticas que integren los esfuerzos de las administraciones públicas en torno a marcos estratégicos comunes, generen modelos de colaboración entre los múltiples actores que intervienen en los procesos decisionales y reduzcan las barreras institucionales que tradicionalmente afectan la implementación de las políticas públicas. El objetivo de este documento es abordar el impacto de los cambios del entorno, en especial de los riesgos globales, en las estrategias promovidas  en  Iberoamérica para la implementación de la Agenda 2030. Se parte de un marco teórico donde se abordan los marcos de implementación de políticas en la Administración y los problemas que habitualmente se enfrentan para garantizar su éxito, centrando el análisis en dos variables clave: el entorno y las capacidades de gobernanza. Se concluye que las estrategias implementadas por los gobiernos se ven sometidas, de manera inexorable, a las tensiones derivadas de los riesgos globales. Se trata de eventos o situaciones que, de forma intempestiva, pueden generar daños y afectar el curso de la acción pública. La pandemia de la COVID-19, considerada una coyuntura crítica, ha marcado un hito en este sentido. Sin embargo, los gobiernos no han incorporado en sus estrategias mecanismos institucionales suficientemente sólidos que garanticen la gestión del riesgo, la adopción de medidas que mitiguen sus efectos y el establecimiento de canales de participación ciudadana que promuevan procesos más abiertos y dinámicos. Las organizaciones públicas no pueden gestionar de manera aislada o unilateral la magnitud de los cambios del entorno y en especial, el impacto de los riesgos globales sobre la implementación de la Agenda 2030 y la consecución de los ODS. Para ello, deben desarrollar nuevos modelos de gobernanza que sirvan de soporte en las tareas de gestión del riesgo, mediante la configuración de redes y mecanismos institucionales que faciliten el intercambio de conocimientos y recursos estratégicos.

Leia o artigo de Ricardo García Vegas em https://revista.clad.org/ryd/article/view/222/443

El presente artículo expone la evolución del concepto de desarrollo, cuyo germen antecede al surgimiento de la Economía como ciencia, presentando de forma resumida las teorías que tuvieron mayor reconocimiento por sus contribuciones, revelándose, a través de la investigación bibliográfica, los hitos que marcaron avances significativos en el conocimiento sobre este fenómeno social,

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O artigo tem por objetivo verificar se as grandes empresas privadas do setor industrial atuantes no Brasil atendem aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU na Agenda 2030, a fim de disponibilizar um retorno à sociedade sobre a atuação empresarial na pauta do desenvolvimento sustentável. (mais…)

Youzi, discípulo de Confúcio, propôs o pensamento de “harmonia tem preço”, que também era a busca de valor de Confúcio. (mais…)