desempenho organizacional

Tendo em vista o crescente volume de recursos investidos em tecnologia da informação a cada ano, as organizações do setor público devem cada vez mais ter a capacidade de reunir, integrar e implementar recursos de TI, a fim de atender às necessidades dos processos organizacionais. Além disso, as organizações públicas são cada vez mais exigidas a serem mais ágeis e flexíveis para atender às demandas dinâmicas das sociedades. Nesse sentido, as organizações públicas devem ser capazes de administrar e aplicar adequadamente os recursos de TI de que dispõem, bem como criar ambientes organizacionais que permitam e estimulem o florescimento da inovação. Ou seja, devem aprender a cultivar as capacidades de TI e a inovação, com o objetivo de melhor cumprir sua missão e criar valor público. Assim, o objetivo deste estudo é identificar as relações existentes entre inovatividade, capacidades de TI, capacidade de reconfiguração de TI e desempenho organizacional, no contexto do setor público. Para tanto, dados de 254 organizações públicas brasileiras, dos mais diversos portes e setores, foram analisados.

Leia o artigo de Danilo Magno Marchiori e outros em https://www.scielo.br/j/rap/a/kKn4vhKjLMLBrs98BLKVHJS/?format=pdf&lang=pt

A pesquisa possui como objetivo analisar a relação entre os construtos orquestração, ambidestria e capacidades absortivas no desempenho de empresas de bases tecnológicas participantes de parques tecnológicos paulistas. Para atingir esse objetivo, foram aplicados 79 questionários com empresas de nove parques tecnológicos paulistas em atividade. Os resultados da pesquisa apontaram para uma relação substancial entre as capacidades de absorção e entre o desempenho organizacional, através da aplicação de estratégias tanto de inovação exploitation quanto de inovação exploration, sob o contexto da capacidade de orquestração de empresas EBTs. Assim, o artigo contribui para o desenvolvimento de um framework e para o preenchimento de uma lacuna teórica sobre os estudos que tratam de orquestração de redes e de ambidestria organizacional no desempenho de EBTs, ao propor um framework que contribui com a prática da inovação nessas empresas. O framework proposto pode ser utilizado por gestores de parques tecnológicos e por gestores de EBTs que participam de redes de cooperação. Leia o artigo de Rodrigo Santos de Melo e outros em https://www.scielo.br/j/rbi/a/k7qPfSwmVBrYFpXrJ8RP5xG/?format=pdf&lang=pt