desafios

Como podemos definir os desafios locais de inovação que são centrados no usuário, mas também abordam objetivos estratégicos, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)? Propomos um processo de design que apresenta uma contribuição relevante para as práticas no campo das políticas de inovação orientadas para a missão (em inglês, Mission-oriented Innovation Policies – MIPs), uma vez que vai dos grandes desafios societais (em inglês, Grand Societal Challenges – GSCs) aos desafios locais de inovação, que são mais relevantes para as necessidades locais e capacidades de solução. O principal objetivo do processo de desenho é passar de um GSC, como o “acesso à saúde” e uma de suas missões, como “reduzir as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT)”, para um desafio de inovação mais capaz de resolver, passando pela sua missão, diferentes problemas e aspectos. Os métodos de amostragem bola de neve nos permitem encontrar e mobilizar assuntos elegíveis e técnicas de design thinking para processar o mapeamento de problemas, eleição e agrupamento, e criar declarações de desafio. Foi possível traduzir o GSC para a realidade local, reduzindo a contestação e a complexidade, e produzindo um mapa agrupado de problemas com priorização e três declarações de problemas (desafios) com formulação aberta e critérios de solução para promover os resultados desejados pelos usuários.

Leia o artigo de Hugo Medeiros e outros em https://www.scielo.br/j/rap/a/VRNRfcqPGQ6WTnb6nxGqnzG/?format=pdf&lang=pt

om alta da criminalidade e da impunidade na Amazônia e falta de recursos deixados como herança por Bolsonaro, Ministério do Meio Ambiente enfrentará cenário de guerra para combater desmatamento, avaliam especialistas.

Leia o artigo de Nádia Pontes em https://www.dw.com/pt-br/os-desafios-do-novo-governo-lula-na-%C3%A1rea-ambiental/a-64223610

New technologies lead to significant changes in how public and private organizations structure their processes and activities. (mais…)

O impacto econômico causado pela Covid-19 teve como um de seus resultados a formação de algum consenso internacional em relação à necessidade de estímulos fiscais que promovam a retomada do crescimento e a recuperação dos empregos no pós-pandemia. (mais…)

Este livro tem como objetivo apresentar análises baseadas em evidências sobre as trajetórias das principais agendas relacionadas à administração pública no Brasil entre 1995 e 2020, período subsequente ao lançamento do Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado (PDRAE).

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A recuperação econômica trará consigo aumento da inflação, da pobreza e do endividamento. Riscos de novas crises são reais. Encará-las dependerá de formas mais cooperativas de enfrentar desafios sanitários, climáticos, sociais e geopolíticos.

Leia o artigo de André Moreira Cunha e Andrés Ferrari em https://outraspalavras.net/outrasmidias/dez-pontos-para-pensar-a-economia-global-em-2022/

Em poucos meses, uma construção histórica de décadas de perspectiva pública e preocupação com o conjunto da população brasileira vem sendo apontada como limitada ou mesmo responsável pelos ainda crescentes números da Covid-19 no Brasil. O Sistema Único de Saúde (SUS), resultado de inúmeras lutas, contribuições, pesquisas, investimentos e outras medidas, é apresentado como impossível de ser gerido e operado publicamente. (mais…)

Os dados mais recentes sobre os complexos e multidimensionais impactos da pandemia em curso sugerem que os governos ao redor do mundo de fato não estavam preparados para o que ora se enfrenta – e especialmente para o que ainda parece se descortinar para o futuro. (mais…)

Regime político enfrenta descrédito e objeção até mesmo em países nos quais está enraizado na sociedade. Falta de representatividade de parcelas da população em parlamentos contribui para esse cenário. (mais…)