Arquivo para categoria: Categoria: 2025

La profunda transformación técnico-competencial en la que se encuentran inmersas las policías locales españolas converge con un cambio en su modelo de gestión, que se orienta hacia el paradigma emergente de la gobernanza. En este contexto, adquiere especial relevancia la renovación de las clásicas métricas policiales. El objetivo principal del artículo es diseñar un catálogo original y referencial de criterios de valor e indicadores clave para la medición de la acción policial municipal asociada al modelo de policía orientado a la gobernanza relacional. Para ello, se expone la discusión de aspectos conceptuales, metodológicos y dificultades propias de la evaluación y medición de la acción policial. Se identifica también un cuadro básico de criterios de valor relativos a los diferentes modelos policiales, con especial referencia al modelo de policía relacional. Por último, se aborda el diseño integrador de indicadores de acuerdo con los criterios de valor previamente identificados y los escenarios principales de acción policial a nivel municipal.

Leia o artigo de Carlos Carmona Pérez e Antonio Natera Peral em https://revista.clad.org/ryd/article/view/226/451

Este artigo tem por objetivo demonstrar os principais fatores que contribuem para a ampliação da participação e do engajamento do cidadão, em processos de participação eletrônica (e-participação), em uma cidade inteligente. As cidades inteligentes são aquelas que usam a inteligência como uma ação contínua em que o governo, cidadãos e outras partes interessadas pensam e implementam iniciativas, que procuram tornar uma cidade, um lugar melhor para morar. Com base neste contexto, foi realizado um estudo de caso da Plataforma Fala Curitiba, na Prefeitura Municipal de Curitiba, empregando os seguintes métodos de pesquisa: entrevista, pesquisa documental, consulta em banco de dados e por fim análise de conteúdo. Seus principais resultados demonstram os fatores que oportunizam a ampliação da participação e do engajamento do cidadão em processos de participação eletrônica, sendo estes: os informacionais, institucionais, motivacionais, tecnológicos e culturais.

Leia o artigo de Andrea Cristina Lima Duarte Ferreira e Taiane Ritta Coelho em https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/10019/6945

This study examines the perception of social impact on Uber users, testing hypotheses about Uber’s association with various types of social change and addressing social issues. The research shows that peer-to-peer platforms like Uber are linked to social change by addressing social needs and solving issues through interaction. Quality of life and employability are critical for passengers, while drivers prioritize employability and economic concerns. The correlation model indicates a positive relationship across all social change categories, with employability and environment emerging as the main predictors of use. the Uber platform affects non-material culture, policy outcomes, traditional organizational models, and the economy. This research addresses gaps in understanding how technological platforms meet social needs and offers a new perspective on measuring social change. The model helps managers improve market and service offerings and supports public policies for socioeconomic development.

Leia o artigo de Wilquer Silvano de Souza Ferreira e outros em https://www.scielo.br/j/bar/a/frwGyCywR6sTnHfdj4DW6gK/?format=pdf&lang=en

Face aos efeitos da criminalidade no bem-estar social e na economia, buscou-se no presente estudo analisar o efeito da capacidade do estado de realizar gastos sociais no combate à criminalidade nos estados brasileiros. Para determinar essa relação, estimou-se um painel dinâmico utilizando o método dos momentos generalizado em diferença (GMM-DIFF), para o período de 2008 a 2019. Com base nos resultados, inferiu-se que o aumento da dívida dos estados e, consequentemente, a redução da sua capacidade de realizar gastos socais afetou negativamente o combate à criminalidade. Notadamente, ressaltou-se que, à medida em que endividamento público representa, no médio prazo, uma barreira à implementação de políticas públicas socais, esse também afetará o combate à criminalidade.

Leia o artigo de João José da Silva Filho e Gercione Dionizio Silva em https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/8575/6930

O estudo sobre o perfil dos Prefeitos se iniciou no IBAM desde as eleições de 2004, a partir dos dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, oportunidade em que são disponibilizadas informações sobre o gênero, cor/raça. estado civil, idade, grau de instrução, ocupação e partido político, sendo dada continuidade nas eleições seguintes. Nas eleições mais recentes foi dado destaque também à eleição das Prefeitas. Na eleição de 2024 verificou-se um avanço na participação das mulheres, a constatação de que os Prefeitos são mais jovens, uma ampliação na participação dos mais instruídos, além da prevalência dos Prefeitos reeleitos nas diversas eleições.

Leia o artigo de François E. J. de Bremaeker em https://www.ibam.org.br/wp-content/uploads/2025/03/ram321.pdf, p.47

O interesse das organizações públicas em mensurar o clima organizacional segundo a percepção dos servidores tem aumentado nos últimos anos. Contudo, as medidas existentes tendem a capturar a percepção dos indivíduos de maneira ampla concentrando-se nas percepções coletivas sobre as políticas, práticas e procedimentos organizacionais e não abarcam a totalidade de dimensões apropriadas ao serviço público. Assim, este estudo tem por objetivo propor as dimensões e os itens da Escala de Percepção do Clima Organizacional para o Serviço Público (EPCOSP). Para tanto, por meio de quatro etapas: i) revisão da literatura, ii) grupo focal, iii) análise de especialistas e, iv) pré-teste de pesquisa foi possível construir a escala, formada por 79 itens distribuídos em 13 dimensões que visam avaliar a percepção do clima organizacional no serviço público. Portanto, a proposição da EPCOSP é um avanço às pesquisas de clima organizacional na gestão pública.

Leia o artigo de Vânia de Fátima Barros Estivalete e outros em https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/10145/6972

Este artigo analisa os impactos dos fatores institucionais e individuais sobre a ocupação de cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS) do governo federal, por meio da análise de características organizacionais das carreiras de Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil (AFRFB) e Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) e, também, da análise das motivações pessoais dos seus membros. A pesquisa utilizou dados dos servidores dessas carreiras no período de 2000 a 2020, realizou entrevistas semiestruturadas com auditores e gestores ocupantes de cargos DAS, com profissionais da área de recursos humanos do governo federal e com representantes das carreiras de auditor e gestor. O estudo permitiu identificar que as diferenças nas formas de estruturação e gestão dessas carreiras geram incentivos diferentes, com resultados distintos: os auditores circulam muito menos nos ministérios do que gestores, os auditores ocupam cargos de mais baixo escalão e os gestores, cargos mais altos, os incentivos organizacionais moldam as estratégias individuais de profissionalização e de busca por cargos, e há competição entre os servidores para ocupar os cargos por causa da lógica interna das carreiras.

Leia o artigo de Karina Yuri Yamada e Cecília Olivieri em https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/10860/7030

O estudo apresenta uma análise da PEC 32/2020, conhecida como reforma administrativa no Brasil. Utilizando uma abordagem qualitativa que inclui a análise do próprio PEC, publicações do Ministério da Economia e opiniões de especialistas, o estudo aponta preocupações importantes. A reforma, embora intencional para corrigir distorções no serviço público, pode não ser eficaz e resultar em impactos negativos na eficiência e na qualidade dos serviços públicos. A tendência de reduzir a intervenção estatal na economia e a limitação da autonomia dos servidores, particularmente com critérios mais rígidos para a estabilidade, pode levar à perda de talentos e aumentar a vulnerabilidade dos servidores às políticas de pressão. Além disso, há a preocupação de que a reforma possa enfraquecer o Estado de Bem-Estar Social no Brasil, favorecendo uma transição para um modelo de Estado Neoliberal. O estudo conclui que a PEC 32/2020 necessita de uma revisão detalhada para garantir que ela fortaleça, em vez de enfraquecer, a eficiência e eficácia do serviço público, protegendo os direitos dos servidores e o interesse público. É crucial que a reforma seja cuidadosamente avaliada para evitar a diminuição da qualidade e disponibilidade dos serviços públicos, garantindo que as necessidades da população sejam atendidas de maneira eficaz.

Leia o artigo de Bruno de Ugalde Mello em https://recima21.com.br/index.php/recima21/article/view/5194/3587

Este artigo se dedica à discussão, em perspectiva histórica, do desenvolvimento de modelos de administração pública clássicos e do fenômeno da burocratização no país. Em um primeiro momento, será apresentado o fenômeno burocrático em suas perspectiva mais global, relacionando-o a processos de mudanças sociais, em certo sentido globais e genéricos, como a industrialização e a urbanização. Em um segundo momento, será discutido o fenômeno da burocratização em uma perspectiva denominada micro, ao destacá-lo em sua dimensão político-administrativa. Procuraremos, então, investigar o processo de decisões e gerenciamento estatais que constituem a substância das reformas administrativas implementadas a partir dos anos 1930 até o final da gestão Vargas em 1945. Este período coincide com uma série de reformas político-administrativas que mudou, definitivamente, a relação entre estado/sociedade, bem como as relações sociais no âmbito da máquina pública no Brasil.

Leia o artigo de Carlos Henrique Assunção Paiva em https://www.scielo.br/j/his/a/9k9RDYV5Jsx8N48tx7hC8vr/?format=pdf&lang=pt

Este artigo tem como objetivo verificar se a sustentabilidade corporativa, utilizando-se da ESG, no sistema capitalista neoliberal vigente, pode contribuir para práticas realmente sustentáveis e para um consumo sustentável. Para isso, explana-se acerca do tripé da sustentabilidade e sua influência no setor corporativo, por meio do Triple Bottom Line e da ESG. Analisa-se o sistema capitalista neoliberal vigente e a crise civilizatória dele decorrente. Por fim, busca-se verificar se o consumo sustentável, impulsionado pelo setor corporativo por meio da ESG, pode ser uma alternativa à crise civilizatória emergente do sistema capitalista neoliberal. Utiliza-se o método indutivo, sendo acionadas as técnicas do referente, da categoria, dos conceitos operacionais e da pesquisa bibliográfica. Entende-se que a sustentabilidade cria vantagens competitivas, melhora a reputação da empresa e fortalece os relacionamentos com interessados, mas, por outro lado, não se pode ignorar que, por vezes, o mercado pode se aproveitar das situações de cuidado ambiental para apenas impulsionar cada vez mais seus ensejos capitalistas. A sustentabilidade corporativa, por meio da ESG, é uma forma importante de contribuir para mitigar os impactos ambientais nocivos para a sobrevivência da humanidade, contribuindo na promoção do consumo sustentável.

Leia o artigo de Alessandra Vanessa Teixeira e outros em https://www.scielo.br/j/vd/a/LNcHQT8TkQD85K339kBNFhq/?format=pdf&lang=pt